Caminho espiritual

Caminho espiritual - ADVENTO
quarta semana -  SIES - Jesuítas
Ilustrações: Cerezo Barredo
Reflexões: Diário Bíblico.2014-AM
Roteiro: Pe. Luiz Renato, jesuíta da região amazônica 

28.11 – Sexta-feira

Texto: Lucas 21, 29-33: Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.

Esta afirmação solene não se refere somente á destruição de Jerusalém, mas também ao fim do inundo. Nessas palavras, Jesus confirma o poder de seus ensinamentos e suas profecias em relação ao fim do mundo.
Os acontecimentos a que o texto se refere hoje são descritos em linguagem apocalíptica, extraída dos antigos profetas, mas a mensagem é de esperança e de libertação.O mundo e as coisas caminham para uma verdadeira primavera.
A história tem confirmado a posição de Jesus: o seu anúncio continua sendo uma lição e uma inspiração, hoje como ontem para todas as classes de pessoas, nações, sociedades e culturas. As suas palavras são dotadas de tal veracidade e força que milhões de homens, hoje em dia, mesmo sem conhecer a pregação de Jesus que está presente nos



28.11 – Sexta-feira

Texto: Lucas 21, 29-33: Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.

Esta afirmação solene não se refere somente á destruição de Jerusalém, mas também ao fim do inundo. Nessas palavras, Jesus confirma o poder de seus ensinamentos e suas profecias em relação ao fim do mundo.
Os acontecimentos a que o texto se refere hoje são descritos em linguagem apocalíptica, extraída dos antigos profetas, mas a mensagem é de esperança e de libertação.O mundo e as coisas caminham para uma verdadeira primavera.
A história tem confirmado a posição de Jesus: o seu anúncio continua sendo uma lição e uma inspiração, hoje como ontem para todas as classes de pessoas, nações, sociedades e culturas. As suas palavras são dotadas de tal veracidade e força que milhões de homens, hoje em dia, mesmo sem conhecer a pregação de Jesus que está presente nós.



27.12 – Sábado - Repetição

A oração de cada sábado consiste no exercício chamado de repetição. Trata-se de aprofundar aquilo que rezei durante a semana. Santo Inácio diz: Não é o muito saber que satisfaz a pessoa, mas o sentir e saborear as coisas internamente [EE 2]. Por isso não é apresentada uma nova matéria de oração para este dia. Faço, pois, a oração, a partir do texto ou moção que mais me consolou ou que mais me desolou na semana que passou.


26.12 – Sexta-Feira

Texto: Mt 10, 17-22: Tomai cuidado com os homens.

As palavras de Jesus neste texto de hoje são proféticas. Ele nos anuncia aquilo pelo qual os cristãos de alguns lugares estão passando hoje: incompreensão, contradição e perseguição.
O destino do discípulo de Jesus é o mesmo do Mestre. Jesus foi rejeitado pelos grupos dos fariseus como inimigos da ordem querida por Deus. O mesmo acontecerá com os discípulos.
Um discípulo de Jesus tem como tarefa testemunhar o Mestre, na pobreza, na simplicidade, na humildade, com toda a coragem e clareza, em todas as circunstâncias.
A força do discípulo está no Espírito que o inspira e o fortalece até o fim. Com Cristo, todo cristão é um sinal de contradição.



25.12 – Quinta-Feira

Texto: Jo 1, 1-18: E o verbo se fez carne e habitou entre nós.

Jesus é a Palavra decisiva de Deus, manifestando o amor que Deus tem pelos homens. Este texto é o prólogo de João, que acentua a divindade do Verbo. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós para melhor experimentar nossas dores e alegrias, nossas derrotas e vitórias, nossas festas e nossas solidões.
E o Verbo se fez carne e habitou entre nos para nos ensinar a carregar os pesos uns dos outros, a lavar os pés uns dos outros, a nos amar e a nos olhar e a nos reconhecer como irmãos uns dos outros. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós para poder morrer pela nossa salvação, para nos dar a certeza de que o mal e a morte são vencidos, para nos abrir o caminho da ressurreição e para ficar conosco para sempre através da Eucaristia. Enfim, Jesus se fez nosso irmão para que nos tornemos todos filhos de Deus. E hoje o mundo para diante da gruta de Belém para celebrar o encontro de Deus com a humanidade.


24.12 – Quarta-Feira

Texto: Lc 1, 67-79: Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo.

Há muita gente que espera de Jesus uma salvação superficial, uma liberdade em relação apenas as coisas temporais.
O cântico de Zacarias inicia com o louvor a Deus, reconhecendo a visita que Ele fez ao seu povo.
Esse cântico coloca diante de nossos olhos a coisa mais essencial que Jesus nos traz, a verdadeira natureza da liberdade: a libertação de todos os nossos inimigos. Isso significa a libertação de tudo o que nos mantém longe de nosso destino como filhos de Deus. Significa a salvação do pecado, do egoísmo e da injustiça.
A missão do Batista é ser profeta do Deus Altíssimo, que prepara o caminho do Filho de Deus. E o Filho de Deus guiará o povo pelo caminho da paz, da harmonia e da vida plena.

É mais do que tudo, uma salvação que guia nossos passos e garante-nos urna paz douradora.



23.12 – Terça-Feira

Texto: Lc 1,57-66: João é o seu nome. E todos ficaram pasmados.

O nome João significa “aquele que anuncia”. A origem do nome desta criança indica o caráter excepcional de João Batista e sua missão nos novos tempos que ora se iniciam.
O acordo entre a mãe e o pai num nome que não fosse familiar aparece como divinamente inspirado. Daí que Zacarias quando recuperou a fala, depara-se com todos os vizinhos que se interrogaram sobre o futuro de João batista.
Ele se apresenta como testemunha fiel da luz que anuncia e apresenta ao mundo. João vai à frente do Cristo e, com sua palavra e exemplo, apresenta as condições necessárias para se receber a salvação.
As promessas de Deus feitas a Zacarias se realizam em meio à alegria, sinal de que os tempos do cumprimento chegaram.
João convida o povo a reconhecer o Cristo como o sol que nos vem visitar. A vida e a missão de João Batista têm uma profunda relação com a vida de todo aquele que busca a Deus.

22.12 – Segunda-Feira

Texto: Lc 1, 46-56: Minha alma glorifica o Senhor...

A narrativa do Evangelho de hoje nos apresenta um cântico, o Magnificat. É chamado também de cântico de Maria, o seu conteúdo possui diversos matizes, é uma das grandes manifestações de Deus, agindo no meio do povo, e uma resposta do homem ao amor de Deus.
O Magnificat é uma sucessão de realidades da Palavra, vividas por Maria, que transbordam espontaneamente de sua intimidade. Maria alimentava-se das Escrituras, daí sua fala estar revestida da Palavra de Deus. Cada trecho desse cântico é um eco de alguma passagem da bíblia no Antigo Testamento.
Portanto, vemos aí Maria tão unida à Palavra de Deus que disso resulta seu eco sonoro. Não devemos nos admirar, portanto, pelo fato de Deus na Anunciação lhe responder por intermédio do anjo, do mesmo modo.
Maria nos introduz no mistério de Deus e nos alimenta com a Palavra, que é o próprio Deus. Ela nos gera Jesus, a Palavra Eterna. Maria é a nossa mãe pela Palavra.


21.12 – Quarto Domingo do Advento

Texto: Lc 1, 26-38: Alegra-te cheia de graça, o Senhor está contigo”. 

O “sim” de Maria não representa apenas um ato de submissão à vontade de Deus (por meio do anjo), mas um consentimento ativo e responsável.
O diálogo do anjo Gabriel com a Virgem Maria se articula em três momentos: a saudação e a mensagem, o anúncio da maternidade messiânica, e a revelação da divina maternidade no anúncio.
Maria coloca uma dificuldade. Como acontecerá isso? Ela conceberá por obra do Espírito Santo, fonte de vida, que vai descer sobre Maria, e o pode de Deus Altíssimo vai cobri-la com a sua sombra.
O Evangelho de hoje procura explicar como Jesus, nascido de maneira misteriosa de Maria, é Filho de Deus, o Messias. Tudo isto mostra que Deus quer salvar os homens por meio dos homens. Como Maria, na Anunciação, aceitou a mensagem de Deus.
Jesus não é apenas um filho da história humana. Ele é o Filho de Deus. Sua mãe é humana. Seu pai é divino. Ele vai nos ensinar o Projeto de Deus para que sejamos todos livres e vivos, a fim de nos tornarmos o que Deus deseja> O nome “Jesus” significa “Deus salva”.
Maria é aquela que contribuiu de maneira decisiva para a libertação do povo de Deus. Ela interfere positivamente na nova criação em Cristo mediante o Espírito Santo.
Jesus não é apenas um filho da história humana. Ele é o Filho de Deus. Sua mãe é humana. Seu pai é Deus (Espírito Santo) e José exerce o papel de pai adotivo.


terceira semana -  SIES - Jesuítas
Ilustrações: Cerezo Barredo
Reflexões: Diário Bíblico.2014-AM
Roteiro: Pe. Luiz Renato, jesuíta da região amazônica 


20.12 - Sábado - Repetição

A oração de cada sábado consiste no exercício chamado de repetição. Trata-se de aprofundar aquilo que rezei durante a semana. Santo Inácio diz: Não é o muito saber que satisfaz a pessoa, mas o sentir e saborear as coisas internamente [EE 2]. Por isso não é apresentada uma nova matéria de oração para este dia. Faço, pois, a oração, a partir do texto ou moção que mais me consolou ou que mais me desolou na semana que passou.


19.12 – Sexta-feira

Texto: Lc 1, 5-25: Não temas, Zacarias, porque a tua súplica foi ouvida.

Zacarias aparece como um homem justo e com características similares aos da história de Abraão e Sara. Vai receber no templo, que representa o coração do judaísmo, o anúncio do nascimento de seu filho.
Descreve-se a missão de João Batista que vem preparar o caminho do Senhor Jesus. São dois os aspectos que o texto destaca em João Batista. O primeiro é o de haver recebido a plenitude do Espírito. O segundo aspecto que se afirma de João é o de encarnar o profeta Elias, que a tradição de Israel esperava no final dos tempos como precursor do Messias.
A conjugação destes dois elementos nos indica que estamos entrando no tempo da salvação definitiva da humanidade. A boa notícia se aproxima dos homens por meio de João Batista que preparará o povo de Israel para a vinda de seu Senhor.

18.12 – Quinta-feira

Texto: Mt 1, 18-24: Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus.

Como Maria, na Anunciação, aceitou a mensagem de Deus, também José aceita com fé o sinal. Diante da descoberta da gravidez de Maria, José, qualificado como homem justo, tem diante de si duas alternativas que lhe passam pela cabeça. Uma, pensa em afastar-se de Maria, fugir, não querer assumir a criança da qual ignora o pai, e a outra expor Maria às formalidades da Lei, mas não faz isso por estar convencido da virtude de Maria.
Jesus não é apenas um filho da história humana. Ele é o Filho de Deus. Sua mãe é humana. Seu pai é divino. Ele vai nos ensinar o Projeto de Deus para que sejamos todos livres e vivos, a fim de nos tornarmos o que Deus deseja> O nome “Jesus” significa “Deus salva”.

17.12 – Quarta-feira

Texto: Mt 1, 1-17: Jesus na história do povo de Israel.

O texto do Evangelho de hoje fala da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi. Mateus nos apresenta as linhas gerais da genealogia de Jesus, explica-nos o porquê desta lista e qual a sua importância.

É um trecho árido e monótono, mas que encerra muitas riquezas: 

a) uma síntese da história da salvação; 

b) Jesus, por meio da genealogia, é profundamente radicado num povo e na história dos homens; 

c) é o herdeiro das bênçãos de Abraão; 

d) as mulheres insolitamente nomeadas na genealogia, em parte são pecadoras (Jesus se faz solidário com os pecadores), em parte são estrangeiras (Jesus é o salvador de todos).

Para os judeus, constituía-se uma prova evidente da ancestralidade davídica e abraâmica de Jesus. Para todos nós, é uma lembrança da encarnação e da humanidade de Cristo. Jesus, o homem, é parte de uma raça, de uma família, de uma cultura, com todas as suas implicações.

Como filho de Abraão, Jesus é o herdeiro de suas bênçãos. O Horizonte messiânico alarga-se e atinge os seus confins, pois Deus ligou a Abraão a salvação de todos.

16.12 – Terça feira

Texto: Mt 21, 28-32: Qual dos dois fez a vontade do Pai?

Na parábola dos dois filhos, o pai dá a mesma ordem aos dois filhos. A reação deles em relação à vontade do pai é diferente, tanto no que dizem como no que fazem. A recusa formal do primeiro não o impede de modificar sua atitude, considerando sua decisão, ao passo que o outro filho, apesar de ter dado a sua decisão inicial, não cumpre o prometido.
Em todos os níveis da vida humana, são muitos os que dizem “sim”, que lutam para alcançar uma posição ou estabelecer a própria vida, que prometem com seriedade e se dispõem a fazer algo na sociedade, mas são poucos os que abraçam a vida, assumindo para valer a missão correspondente a cada “sim”.
Essa parábola nos chama a atenção para aquilo que se faz de concreto, para realizar a vontade do Pai. Para a comunidade primitiva, a leitura dessa parábola mostra um apelo de revisão quanto à sua maneira de se posicionar frente às exigências da vida concreta.

15.12 – Segunda feira

Texto: Mt 21, 23-27: A autoridade de Jesus é colocada em dúvida.

Para entender melhor as controvérsias entre Jesus e os chefes dos sacerdotes, é importante situá-las no cenário adequado. Na cultura mediterrânea do primeiro século, a honra era o valor mais apreciado. Era um bem limitado e quando alguém a aumentava era sinal que outra pessoa a perdia. A oposição dialética, que era a forma habitual de aumentar ou perder a honra, tinha as suas regras.
Os chefes dos sacerdotes sentem que a pretensão messiânica de Jesus e o reconhecimento que recebe por parte da multidão fazem crescer o seu prestígio e diminuir o deles. Por isso, a pergunta que lhe é feita não se refere a questões doutrinais. O que está em jogo não é uma doutrina, mas a honra de Jesus e a da aristocracia sacerdotal. A sua pergunta: “Com que autoridade fazes estas coisas?” se refere às credenciais de Jesus para se apresentar como Messias.

14.12 – Terceiro Domingo do Advento

Texto: Jo 1, 6-8.19-28: João Batista veio dar testemunho.

Os dois blocos da narrativa do Evangelho de hoje giram em torno do tema do “testemunho”, esta é a grande característica de João Batista narrada pelo evangelista João: o testemunho é fundamental. 

É o modo de fazer que Cristo apareça, torne-se visível no mundo. Esse testemunho é de um homem historicamente situado e vem anunciar Jesus a todos.

O comportamento de Jesus não responde em tudo ao ideal messiânico de João, centralizado na dimensão penitencial da conversão. Por isso, ao ouvir falar das obras realizadas por Jesus, envia a partir do cárcere os seus discípulos para perguntarem diretamente a Jesus, se é ou não o Messias.
Em sua resposta, Jesus faz referência aos sinais que realizou. Esses sinais, contemplados à luz dos oráculos proféticos, revelam melhor do que qualquer outro a resposta que ele é o Messias, aquele que havia de vir, e coloca em realce também que a sua mensagem é uma boa notícia, uma grande alegria.

A fé cristã é alegria que perpassa toda a vida. Essa alegria não está nos caprichos de nossos estados de espírito, ou nos sucessos de nossas vidas.

A grande e verdadeira alegria é conhecer a Jesus e fazer com que outros o conheçam. Essa é a única e verdadeira alegria. João Batista, para quem a conversão consistia em voltar a viver o amor a Deus no próximo, pelo abandono do pecado, testemunha que ninguém, em qualquer condição humana, pode viver sem o amor de Jesus.

Dar testemunho da luz consistia em despertar o desejo e a esperança da vida – luz, anunciar a possibilidade de uma vida plenamente humana, como alternativa ao regime das trevas.


Segunda semana -  SIES - Jesuítas
Ilustrações: Cerezo Barredo
Reflexões: Diário Bíblico.2014-AM
Roteiro: Pe. Luiz Renato, jesuíta da região amazônica 

13.12 – Sábado - Repetição

A oração de cada sábado consiste no exercício chamado de repetição. Trata-se de aprofundar aquilo que rezei durante a semana. Santo Inácio diz: Não é o muito saber que satisfaz a pessoa, mas o sentir e saborear as coisas internamente [EE 2]. Por isso não é apresentada uma nova matéria de oração para este dia. Faço, pois, a oração, a partir do texto ou moção que mais me consolou ou que mais me desolou na semana que passou.

12.12 – Sexta-feira – Nossa Senhora de Guadalupe

Texto: Lc 1, 39-47: Isabel ficou repleta do Espírito Santo

O encontro das duas mães, em realidade, o encontro dos dois filhos. João Batista inaugura a sua missão anunciando por boca de sua mãe o senhorio de Jesus, manifestação de seu mesmo messianismo e de sua profunda relação com Deus.
A resposta de Maria à saudação de Isabel, que tradicionalmente designamos com o nome latino de "Magnificat", é um Salmo de ação de graças composto por citações e alusões ao Antigo Testamento, de forma especial ao cântico de Ana, a mãe de Samuel (1Sm 2,1-10).

Lucas nos mostra neste canto um tema de sua predileção, Deus tem piedade dos pobres. Em realidade não há aqui somente um louvor aos pobres, dos quais Maria é a representante. Os que contam aos olhos de Deus são os que passam despercebidos pelos poderes deste mundo.

11.12 – Quinta-feira

Texto: Mt 11, 11-15: Não existiu homem maior que João Batista.

Jesus faz aqui um elogio a João Batista. Mateus tenta explicar essa grandeza e humildade do Batista: ele é grande porque aponta a realização das profecias do Antigo Testamento e da Lei; pequeno, por ser apenas um precursor, um novo Elias, que pertence ainda a ordem da profecia e não da realização, isto é, não pertence ao reino de Deus, mas ao tempo da preparação do Antigo Testamento ("os Profetas o a Lei").
Ele é o novo Elias que do antigo possui o espírito e o poder e deve preparar a vinda do Senhor.
Agora que o Messias veio, começou o novo tempo no qual o recinto sagrado já está reservado aos profissionais da piedade.

A missão de João Batista é proclamar o término do tempo de esperar e o início de uma "nova história", feita por homens e mulheres "novos", renovados no Espírito.


10.12 – Quarta-feira

Texto: Mt 11, 28-30: O Reino revelado aos simples

Mateus reuniu aqui três sentenças de Jesus, que provavelmente tiveram a sua origem independente. A palavra de Jesus é muito semelhante ao convite a se tornarem discípulos da sabedoria, que lemos nos livros sapienciais: "Vinde a mim"; "Tomai meu jugo"; "Encontrareis descanso".
Esse jugo transformou-se num pesado fardo para o povo. Por isso, Jesus convida os simples para se tornarem seus discípulos, seguindo os seus passos em obediência filial à vontade do Pai.

Jesus convida a aceitar seu jugo, essa é uma imagem das exigências que derivam de sua mensagem. O seu jugo é suave, não como o da lei proposta pelos magistrados (escribas e fariseus) e sua carga é leve. Jesus convida todos a se aproximarem dele diretamente e não através da lei.


 09.12 – Terça-feira

Texto: Mt 18, 12-14: Esta é a vontade de vosso Pai, que está nos céus, que nenhum destes pequeninos se perca.

O Evangelho de hoje é um desenvolvimento da última instrução que aparece no início desse capítulo. Os pequenos de que se fala aqui são aqueles que se tornaram como crianças, e o convite em acolhê-los se traduz agora em três formas concretas: não escandalizá-los, não desprezá-los e não deixar que se percam. Essa última atitude é a temática da parábola da ovelha perdida.
Essa parábola, a da ovelha perdida, amplia a última exortação e proporciona uma explicitação do porque os pequeninos são importantes na comunidade cristã.

Talvez essa parábola, no seu contexto original, tivesse como finalidade apresentar a misericórdia de Deus. Mateus situa a parábola num contexto claramente eclesial. Dirige-se aos membros da comunidade cristã, para convidá-los a procurar os pequeninos que se desviaram do caminho. Coloca o acento na atitude do pastor solícito, que é capaz de abandonar todo o rebanho por uma só ovelha, e na enorme alegria que experimenta ao encontrá-la novamente.


 08.12 – Segunda-feira: Imaculada Conceição

Texto: Lc 1, 26-38: Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo

O diálogo do anjo Gabriel com a Virgem Maria articula-se em três momentos: a saudação e a mensagem; o anúncio da maternidade messiânica; e a revelação da divina maternidade no anúncio.
Maria conceberá por obra do Espírito Santo, fonte de vida, que vai descer sobre Maria, e o poder de Deus Altíssimo vai cobri-la com a sua sombra.
O "sim" de Maria foi dado em total fé e submissão ao plano de Deus. É um verdadeiro exemplo de atitude que todo ser humano deve ter diante de Deus.

Por meio de Maria Imaculada, sabemos que a fidelidade é possível. Maria manifesta que a fidelidade ao desígnio de Deus não é um mito paradisíaco. A pureza da Imaculada nada mais é do que a transparência à vontade de Deus.


07.12 – Segundo Domingo do Advento

Texto: Mc 1, 1-8: A voz que clama no deserto

E interessante observar que a narrativa começa definindo quem é Jesus: ó o Filho de Deus. Esta é a tese do evangelista Marcos quando escrevo o seu Evangelho. No transcorrer da narrativa, esta tese aparece em três lugares estratégicos: no inicio é o autor quem faz esta proclamação; no meio da narrativa do Evangelho é Pedro quem a faz; no final do Evangelho é o centurião.
Jesus é o Evangelho por excelência, a Boa-Nova, é a maior riqueza enviada pelo Pai. Jesus é o Filho de Deus. Ele vai se revelando e nós o vamos descobrindo, pela fé, acompanhando seus passos, sua vida e sua doutrina.
A narrativa de hoje também procura explicar o papel de João Batista no início da missão de Jesus. Ele é um personagem muito importante. A sua mensagem centraliza-se na urgência da conversão, que era expressa através do Batismo. João Batista proclama que a salvação é universal, isto é, a todos, oferecida sem exceção.
A mensagem central de João Batista é ainda hoje tão necessária quanto antigamente. Os primeiros cristãos identificaram João Batista como o mensageiro anunciado pelo profeta Isaías e como Elias que, segundo a tradição judaica, anunciava a chegada do Messias. De acordo com essa interpretação, Jesus aparece como o Messias, e João Batista corno o precursor.
A narrativa do Evangelho insiste na diferença entre o batismo de João Batista e o de Jesus: o de João era simplesmente um rito que expressava a conversão; o de Jesus era selado pelo Espírito Santo e o fogo, duas imagens que os primeiros cristãos utilizaram para descobrir a sua incorporação ativa a missão da Igreja.
O batismo de João Batista era uma preparação para o batismo cristão, que tem um caráter definitivo, expresso em imagens apocalípticas.

Para Refletir:
Aplainai os caminhos do Senhor. Para atuar estas palavras, temos de recomeçar a cada dia. O que pode nos sustentar na caminhada é a oração. Reservo tempo adequado para rezar?

Primeira semana -  SIES - Jesuítas
Ilustrações: Cerezo Barredo
Reflexões: Diário Bíblico.2014-AM
Roteiro: Pe. Luiz Renato, jesuíta da região amazônica 

06.12 – Sábado - Repetição

A oração de cada sábado consiste no exercício chamado de repetição. Trata-se de aprofundar aquilo que rezei durante a semana. Santo Inácio diz: Não é o muito saber que satisfaz a pessoa, mas o sentir e saborear as coisas internamente [EE 2]. Por isso não é apresentada uma nova matéria de oração para este dia. Faço, pois, a oração, a partir do texto ou moção que mais me consolou ou que mais me desolou na semana que passou.


05.12 – Sexta-feira

Texto: Mt 9,27-31: Os cegos gritavam: "Filho de Davi, tem compaixão de nós".

Jesus cura dois cegos. Com esse milagre, fica confirmada a fé em seu messianismo, os olhos dos dois cegos estavam apagados, porém as almas estavam cheias de luz. O pequeno diálogo serve para medir-lhes a fé.
A fé não é simples confiança no poder milagroso de Jesus. É encontro com Jesus e o milagre é sempre uma resposta a essa fé. Os milagres de Jesus eram polivalentes, isto é, eram sinais de algo muito profundo e eterno do que a simples cura física.
Não se deve dizer que a fé é uma experiência fácil, pois ela envolve muito mais do que resultados de graças e desejos. A fé exige a nossa própria vida.
Jesus veio para nos libertar de nossa "cegueira", consequência de nosso orgulho e de toda forma de pecado que nos impede de conhecer a Deus e aos direitos de nossos irmãos.


04.12 – Quinta-feira

Texto: Mt 7,21.24-27: Quem entrará no Reino dos Céus?

As palavras do texto do Evangelho de hoje marcam o fim do Sermão da Montanha. Por meio delas, Jesus nos exorta á prática de seus ensinamentos. Não é suficiente aceitá-los e concordar com eles, é preciso praticá-los.
Essa é a atitude de muitos cristãos que, em tempos de crise, levam suas vidas ao desastre, porque são apenas ouvintes e não seguidores do Senhor.
Pelo contrario, os que seguem a Jesus, que não são apenas ouvintes, mas que são firmemente centrados em sua Pessoa, sempre tem coragem para superar qualquer problema da vida, sem com isto gerar sua ruína e sem comprometer seu destino final.
A parábola das duas casas é um excelente testemunho das preocupações catequéticas do evangelista Mateus. Ele conserva especialmente das parábolas de Jesus tudo o que se aplica á vida, ao dia a dia.
Mateus reage contra o formalismo legalista de certos meios pagãos: não há religião cristã sem engajamento.


 03.12 – Quarta-feira

Texto: Mt 15, 29-37: Todos comeram e ficaram saciados

Esse relato está praticamente calcado sobre o primeiro relato da multiplicação dos pães narrado por Mateus. Ainda só fazem presentes as alusões ao Antigo Testamento, referencia á Eucaristia e ao papel do mediador dos discípulos.
No entanto, algumas variantes revelam que o primeiro relato da multiplicação dos pães refere-se ao repartir o pão entre os judeus, enquanto que este se trata de repartir o pão entre os pagãos.
A multiplicação dos pães representa e preanuncia o banquete eucarístico, ao qual todos estão convidados: pobres, doentes, desamparados, humildes e todos aqueles que ajudam os necessitados.
A ordem de Jesus de recolher os fragmentos lembra-nos o dever de cuidarmos das pequenas coisas, dos pormenores, com atenção as pequenas coisas, as únicas, afinal, que podemos oferecer aos necessitados.


02.12 – Terça-feira

Texto: Lc 10, 21-24 Jesus reza

O texto de hoje nos apresenta o retorno da missão dos setenta e dois discípulos. Eles voltam dessa missão conscientes de terem libertado os homens do mal moral e físico, graças ao uso que eles fizeram do poder de Jesus.
A igreja tem a missão de dizer abertamente que a sua vida está em suas próprias mãos e não na fatalidade. Não basta denunciar as alienações, é preciso curar suas feridas, lutar contra as doenças mentais, a velhice, o isolamento, recusar as pressões que conduzem os homens ao vicio e a injustiça.
Jesus, por meio de sua missão, revela--nos que a fé, a caridade, o cristianismo são,  antes de qualquer coisa, a pura intervenção de Deus como primeiro ser que nos amou.
Deus revelou-nos Cristo e garantiu--nos um grande privilegio quando nos deu a oportunidade de ver e ouvir Jesus, que ainda hoje vive na Igreja. Tudo isso é graça de Deus.


01.12 – Segunda-feira

Texto:  Mt 8,5-11: É a fé que salva

A fé não é um refugio num santuário, mas uma interminável peregrinação do coração. Só temos que confiar em Deus, pois a fé é uma resposta de reciprocidade a Deus, que age em nós conforme nossa reciprocidade na fé.
A fé do gentio suscita a admiração de Jesus e dá motivo ao contraste entre ela e a pouca adesão que encontra em Israel. Jesus vê que a sua mensagem vai suscitar melhor resposta entre os não judeus que entre os judeus.
E podemos confiar nele porque ele confia em nos. É a fé que possibilita ao homem ser mais homem, isto é, livrar-se de todas as enfermidades que o condiciona a tantos tipos de morte.
Registra-se aqui o único caso no Evangelho de Mateus, no qual Jesus toma a iniciativa de uma cura. O dom é oferecido sem prévio pedido. Temos a ação gratuita de Jesus, que se antecipa. Nessa cura Jesus se manifestou como salvador do homem doente.


Primeira Semana

30.11 - Primeiro Domingo do Advento

Texto bíblico: Mc 13, 33-37

Iniciamos um novo Ano Litúrgico.
Neste novo ano litúrgico, iremos ler e meditar nos domingos do tempo comum o Evangelho de Marcos - Ano B.

Iniciamos o tempo litúrgico com o tempo chamado Advento que se caracteriza como tempo de espera, de preparação, de expectativa pela vinda do Senhor, é tempo de despertar. Os sofrimentos do povo e os aparentes silêncios de Deus terão uma resposta.

O texto de hoje faz parte do discurso apocalíptico. Depois de descrever os sinais que precederão a vinda do Filho do homem, Jesus responde a outra pergunta que lhe foi feita pelos discípulos sobre o momento de sua vinda. A resposta está bem clara: não sabe nada... somente o Pai.

É preciso estar alerta e preparado, porque o Filho do Homem chegará no momento mais inesperado. Diante do desconhecimento do dia e da hora, a única atitude possível é estarmos vigilantes.

Toda intervenção consciente e operosa da fé é um sinal da vinda do Filho de Deus, que já se manifesta na historia de cada dia, mas que anuncia sua plenitude no fim dos tempos.

A Palavra de Deus que nos acompanhará nos próximos domingos nos ensina que Jesus continua presente em cada um de nós e nas nossas comunidades, nas nossas famílias, no nosso trabalho do dia a dia.

Para Refletir:

Neste domingo inicia-se o Tempo do Advento, tempo de espera, no qual esperamos ansiosos pelo nascimento de Jesus.

Como então nos preparar para esta grande chegada?


Proposta -  SIES - Jesuítas
Ilustrações: Cerezo Barredo
Reflexões: Diário Bíblico.2014-AM
Roteiro: Pe. Luiz Renato, jesuíta da região amazônica 

RETIRO DO ADVENTO
Vem, Senhor Jesus!

Proposta – SIES – Jesuítas 2014

INTRODUÇÃO

1.    O que é o retiro do Advento?

A cada ano em nossas comunidades cristãs o Tempo do Advento abre o ano litúrgico e nos prepara para as festividades do Natal do Senhor Jesus.
Evidentemente, em todas as celebrações do ano litúrgico sempre encontraremos muitas expressões, seja nas leituras proclamadas, seja na eucologia (diversas orações), que nos remetem à memória do mistério da encarnação de Cristo (nascimento histórico em Belém de Judá) e à feliz esperança de sua vinda gloriosa (parusia), quando chegará o dia sem ocaso e Cristo será tudo em todos.

Aqui, basta-nos lembrar a aclamação memorial, coração da prece eucarística, quando em cada celebração dizemos repetidamente: “Vinde, Senhor Jesus!”; ou, ainda, a belíssima intervenção da assembléia na prece eucarística sobre Reconciliação I: “Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa”.

Porém, de modo particular, o Tempo do Advento é caracterizado pela simplicidade de elementos externos que tornam a celebração litúrgica mais sóbria e, ao mesmo tempo, pela profundidade da espiritualidade que brota das orações e dos textos da sagrada escritura.

Neste caminho espiritual estamos propondo esta experiência diária de oração, no encontro íntimo com o Senhor da vida, a partir dos textos bíblicos de cada dia ao longo do Tempo do Advento.

Como também nos anima o DA:
A oração pessoal e comunitária é o lugar onde o discípulo, alimentado pela Palavra e pela Eucaristia, cultiva uma relação de profunda amizade com Jesus Cristo e procura assumir a vontade do Pai.
A oração diária é um sinal do primado da graça no caminho do discípulo missionário. Por isso, “é necessário aprender a orar, voltando sempre a aprender esta arte dos lábios do Mestre” 146.
Bem, este caminho de oração, feito no dia-a-dia, por um determinado tempo, baseando-se em exercícios de oração, sugeridos e elaborados neste folheto que ora apresentamos.

Elementos básicos para fazer este Retiro do Advento/Natal são:

a. dedicar trinta (30) minutos à oração pessoal diária;
b. rever esta oração durante alguns minutos;
c. encontro semanal com o grupo;

2. Roteiro para a oração diária

Esquema, como possível ajuda, para os trinta (30) minutos de oração diária.

a) Escolher a hora e o lugar mais apropriados para a oração.
b) Acolher a presença de Deus, saber que Ele me quer junto de si.
c) Pedir a luz do Espírito Santo para que Ele me dirija e inspire.
d) No início de sua oração pessoal, rezar esta oração preparatória:

Oração Preparatória

Aqui estou, meu Deus, diante de ti, tal como sou agora.
Estou tranqüilo e pacificado diante de ti, Senhor,
como um discípulo atento a seu Mestre.
Estou na tua presença e me deixo conduzir.
Abro-me à tua proximidade.
Dá-me um coração de discípulo, para que, cada dia, possa ouvir a tua Palavra.
Tu és a fonte da vida, a força da vida que me penetra.
Tu és meu ar que me oxigena e dilata. Deixa que a tua paz me habite.
Concede-me a graça de me deixar “limpar” por ti, ser uma concha que se enche de ti, meu Deus. Que todos os meus pensamentos e sentimentos, minha vontade e liberdade sejam orientados para o teu serviço e louvor, meu Mestre e Senhor.
Assim seja!      

e) 2 modos de orar os textos indicados:

1º Leitura Orante

• Leio o texto inteiro de uma vez; releio, devagar, versículo por versículo.
   Pergunto-me: O que diz o texto em si?

• Paro onde Deus me fala interiormente; não tenho pressa, aprendo a saborear.
   Pergunto-me: O que o texto diz para mim?

• Deus é Pai que nos ama muito mais do que poderíamos ser amados.
   Pergunto-me: O que o texto me faz dizer a Deus?
   Podem ser louvores, pedidos, ação de graças, adoração, silêncio...

• Vou acolhendo o que vier à mente, o que tocar o meu coração: desejos, luzes, apelos,   lembranças, inspirações.
• Pergunto-me: O que o texto e tudo o que aconteceu nesta oração me fazem saborear e viver?

• Finalizo a oração com uma despedida amorosa. Rezo um Pai-Nosso e uma Ave-Maria.

• Saindo da oração, faço a minha revisão (cf 4).

2º Contemplação Evangélica (se o texto for um fato bíblico ou um mistério da vida de Cristo)

Como proceder?
Ø  Recordo a história e use a imaginação para entrar na cena evangélica.

Ø  Procuro ver, contemplando cada pessoa da cena; dou um olhar demorado, sobretudo, na pessoa de Jesus (se for o caso). Olho sem querer explicar ou entender.

Ø  Tento ouvir, prestando atenção às palavras ditas ou implícitas: o que podem significar? E, se fossem dirigidas a mim...?

Ø  Observo o que fazem as pessoas da cena. Elas tem nome, história, sofrimentos, buscas, alegrias. Como reagem? Percebo os gestos, os sentimentos e atitudes, sobretudo, de Jesus.

Ø  Participo ativamente da cena, deixando-me envolver por ela. Além de ver, ouvir, tente apalpar e sentir o sabor das coisas que nela aparecem.

Ø  E, refletindo, tiro proveito de tudo o que ocorreu durante a oração.

Ø  Finalizo com uma despedida íntima de meu Deus, rezando um Pai Nosso.

Saindo da oração, faço a minha revisão 

3. Revisão da Oração

Terminada a oração, revejo brevemente como me saí nela, perguntando-me:
*      que Palavra de Deus mais me tocou?
*      que sentimento predominou?
*      senti algum apelo, desejo, inspiração?
*      tive alguma dificuldade ou resistência?

Anoto o que me pareceu mais significativo na forma de uma breve oração de súplica ou de agradecimento.

N.B.: Este roteiro pode ser utilizado para a partilha da oração em grupo.

5. Acompanhamento no retiro do Advento

Além das orientações dadas, seria desejável um acompanhamento mais direto. Há duas possibilidades:

1. Recomenda-se às pessoas que desejam fazer o retiro, formarem grupos por proximidade geográfica ou afetiva, sejam grupos já existentes na paróquia, sejam grupos a se constituírem. 
O objetivo é reunir-se, semanalmente de preferência, para a partilha das experiências.

2. Tanto quanto possível, os grupos sejam acompanhados por um orientador experiente nos Exercícios Espirituais de Santo Inácio, auxiliado por outros acompanhantes idôneos que se disponham a prestar este serviço pastoral.

Ilustrações: Cerezo Barredo
Reflexões: Diário Bíblico.2014-AM
Texto: Pe. Luiz Renato, jesuíta da região amazônica 


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