PARÁBOLAS

                                                                          Um presente especial

O homem que estava atrás do balcão, olhava a rua, de forma distraída.
Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrine. 
Os olhos da cor do céu brilharam quando viram determinado objeto. 
Entrou na loja e pediu para ver o colar de turqueza azul.
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito? 
-  disse ela.
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão, e feliz disse:
- Isso não dá?
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, – continuou – eu quero dar este presente para a minha irmã mais velha. 
Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. 
É aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor de seus olhos.
O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome! Disse para a garota. Leve com cuidado.
Ela saiu feliz, saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos  loiros e maravilhosos olhos azuis entrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah! falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
A moça continuou
- Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo.
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar: 
ELA DEU TUDO O QUE TINHA…
O silêncio encheu a pequena loja, e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem
enquanto suas mãos tomavam o pequeno embrulho.

“A verdadeira doação é  por inteiro, sem restrições. A gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura. Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém. 
Gratidão com amor não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece”


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As cicatrizes do descontrole
 Naquele dia de sol, 
Antônio chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão 
em frente à porta de sua casa. 
Após 20 anos de muita economia e intenso trabalho, 
sacrificando dias de repouso e lazer, 
ele conseguiu: comprou um caminhão.

Orgulhoso, 
entrou em casa e chamou a esposa 
para ver a sua aquisição. 
A partir de agora, seria seu próprio patrão.

Ao chegar próximo do caminhão, 
uma cena o deixou descontrolado. 
Seu filho de apenas seis anos estava 
martelando alegremente a lataria do caminhão.

Irritado e aos berros, 
ele investiu contra o pequeno filho. 
Tomou o martelo das mãos dele e, 
totalmente fora de controle, 
martelou as mãozinhas do garoto.

Sem entender o que estava acontecendo, 
o menino se pôs a chorar de dor, 
enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.

Na seqüência, 
ela trouxe o marido de volta à realidade 
e juntos levaram o filho ao hospital, 
para fazer curativos.

O que imaginavam, no entanto, fosse simples, 
descobriram ser muito grave. 
As marteladas nas frágeis mãozinhas 
tinham feito tal estrago que o garoto 
foi encaminhado para cirurgia imediata.

Passadas várias horas, 
o cirurgião veio ao encontro dos pais 
e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão 
e os dedinhos tiveram que ser amputados.

De resto, falou o médico, 
a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. 
Os pais poderiam aguardá-lo no quarto, 
para onde logo mais seria conduzido. 

Com um aperto no coração, 
os pais esperaram que a criança despertasse. 
Quando, finalmente, 
abriu os olhos e viu o pai o menino abriu um sorriso e falou:

- Papai, me desculpe, 
eu só queria consertar o seu caminhão, 
como você me ensinou outro dia. 
Não fique bravo comigo.

O pai, 
com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, 
se aproximou mais e lhe disse 
que não tinha importância o que ele havia feito. 
Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.

O menino insistiu:

- Quer dizer que não está mais bravo comigo?

- Não, mesmo, falou o pai.

- Então, perguntou o garoto, 
se estou perdoado, 
quando é que meus dedinhos vão nascer novamente?

Comentário:

Infelizmente o que a guerra destrói não pode ser refeito, 
reconstruído, sobretudo as vidas que são tolhidas. 

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Lição do bambu

Depois de uma grande tempestade, 
o menino que estava passando férias na casa do seu avô, 
o chamou para a varanda e falou:
- Vovô, corre aqui ! Me explica como esta figueira, 
árvore frondosa e imensa, 
que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, 
caiu com vento e com chuva, este bambu tão fraco continua de pé ?

- Filho, o bambu permanece em pé 
porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. 
A figueira quis enfrentar o vento. 
O bambu nos ensina sete coisas. 
Se você tiver a grandeza e a humildade dele, 
vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.  

A primeira verdade: que o bambu nos ensina, 
e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. 
Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, 
mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. 
É muito difícil arrancar um bambu, 
pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também.  
Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.  

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? 
Apenas quando é novo, 
mas antes de crescer ele permite que nasçam outros a seu lado (como na comunidade). Sabe que vai precisar deles. 
Eles estão sempre grudados uns nos outros, 
tanto que de longe parecem com uma árvore.    
Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, 
cortamos e não conseguimos. 
Os animais mais frágeis vivem em bandos, 
para que desse modo se livrem dos predadores. 

A quarta verdade: que o bambu nos ensina é não criar galhos. 
Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, 
o bambu não se permite criar galhos. 
Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, 
coisas insignificantes que damos um valor inestimável. 
Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade: é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). 
Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco.  
Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos.  
Os nós são as pessoas que nos ajudam, 
aqueles que estão próximos e  acabam sendo força nos momentos difíceis. 
Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. 
Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles. 

A sexta verdade: é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. 
Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, 
que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. 
Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo. 

Comentário:


É assim que nos sentimos? 
Temos as virtudes do bambu? 

Podemos colocá-las no catálogo das virtudes de Paulo?

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Pare, por favor!
Um jovem e bem sucedido executivo dirigia por sua vizinhança, 
correndo um pouco demais em seu novo carro.

Observando crianças se lançando entre os carros estacionados, 
diminuiu um pouco a velocidade, quando achou ter visto algo.

Enquanto passava, nenhuma criança apareceu.

De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do carro!

Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.

Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, 
empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:

“Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? 
Este é um carro novo e caro, aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Você tem noção do que fez?”

“Por favor, senhor, me desculpe, eu não sabia mais o que fazer! 
Ninguém estava disposto a parar e me atender”.

Neste momento, lágrimas corriam do rosto do garoto, 
enquanto apontava na direção dos carros estacionados.

“Meu irmão é paralítico e na descida ele caiu de sua cadeira de rodas, 
e eu não consigo levantá-lo sozinho”.

Soluçando, o menino perguntou ao executivo:

“O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? 
Ele está machucado e é muito pesado para mim”.

Movido internamente, muito além das palavras, o jovem motorista, 
engolindo sua surpresa, dirigiu-se ao jovenzinho, 
colocando-o em sua cadeira de rodas.

Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.

“Obrigado, e que Deus possa abençoá-lo”, disse a criança a ele.

O homem então viu o menino se distanciar, empurrando o irmão em direção à casa.

Foi um longo caminho de volta para o carro, 
um longo e lento caminho de volta. 
Ele nunca consertou a porta amassada.

Deixou assim, para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, 
que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.

Comentário:
Deus sussurra em nossas mentes e fala aos nossos corações. 
Algumas vezes quando nós não temos tempo de ouvir, 
ele tem de jogar um tijolo em nós.

E a escolha é nossa: ouvir o sussurro ou esperar pelo “tijolo”.

“O maior de todos os males é a falta de amor 
e a terrível indiferença para com o nosso semelhante”. (Madre Teresa)

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Olimpíadas Especiais nos EEUU
Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais nos EEUU, 
nove participantes, todos com deficiência mental, 
alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. 

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, 
mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. 

Um dos garotos tropeçou no asfalto, 
caiu e começou a chorar. 

Os outros oito ouviram o choro, 
diminuíram o passo e olharam para trás. 

Então, viraram e voltaram. 

Todos eles.

Uma das meninas, com Síndrome de Down, 
ajoelhando, deu um beijo no garoto e disse:

- Pronto, agora vai sarar!

E todos os nove competidores 
deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. 

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos…

Talvez os atletas fossem deficientes mentais… 

Mas com certeza, não eram deficientes espirituais… 

Comentário:
Isso porque, lá no fundo, 
todos nós sabemos que o que importa nesta vida, 
mais do que ganhar sozinho, 
é ajudar os outros a vencer, 
mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos…


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Um par de sapatos velhos
Dois meninos caminhavam ao longo de uma estrada que conduzia a um campo.  
A certa altura, encontraram um velho casaco e um par de sapatos velhos 
de um homem que trabalhava a certa distância.

O menino mais novo pensou em esconder os sapatos 
e observar a reação do homem quando ele retornasse. 

O menino mais velho não achou que seria bom.

Pela apresentação dos sapatos e pelas roupas, 
ele disse que deveria ser um homem muito pobre. 

Pensando nisso eles concluíram que fariam outra experiência.

Em vez de esconder os sapatos, 
eles colocariam um dólar em cada um dos sapatos 
e observariam o que o dono faria ao descobrir o dinheiro. 

Assim fizeram e se foram. 

Logo que o homem regressou do campo, vestiu seu casaco, 
calçou um pé num sapato, 
e sentiu algo duro. Retirou para fora. 

Encontrou um dólar. 

Maravilha e surpresa brilharam em seus olhos. 

Ele olhou o dólar outra vez e outra vez. 

Virou-se e não viu ninguém.

 Em seguida, continuou a calçar o outro sapato. 

Para sua grande surpresa, ele encontrou outro dólar. 

Foi tomado de grande sentimentos. 

Ajoelhou-se e fez uma oração de agradecimento a Deus. 

Nesta oração, ele falou em alta voz, 
de sua esposa que estava doente e de seus filhos indefesos e sem comida. 

Agradeceu, fervorosamente, 
a Deus por esta graça vinda de mãos desconhecidas 
e evocou as bênçãos do céu sobre aqueles 
que lhe deram a ajuda que precisava.

Os meninos permaneceram escondidos até que ele foi embora.

Comentário:
Eles tinham sido tocados pelo fato e pela oração. 

Entenderam que mais bem aventurado é dar, do que receber (Atos 20.35).


Muitas vezes esquecemos de semear o bem, 
esquecemos de plantarmos e deixamos de colher.


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A Parábola do Cachorrinho
O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: 
"Cachorrinhos à venda". 
Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu perguntando:
 - Qual é o preço dos cachorrinhos? 
O dono respondeu: 
- Entre R$ 30,00 e R$ 50,00.
O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas: 
- Só tenho R$2,37... posso vê-los?
O homem sorriu e assobiou. 
De trás da loja saiu sua cachorra correndo seguida por cinco cachorrinhos. 
Um dos cachorrinhos estava ficando bem para trás. 
O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.
- O que aconteceu com esse cachorrinho??? - perguntou. 
O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! 
E o homem respondeu: 
- Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente. 
O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse: 
- Eu não quero que você me dê de presente. 
Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. 
Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo.
O homem respondeu: 
- Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. 
Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos. 
O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal.
Olhou de novo o homem e lhe disse: 
- Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda. 
O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas... sorriu e disse:

- Filho, só espero e rezo para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você.


Comentário:
Isto é sabedoria.
Devemos reconhecer como o próprio São Paulo diz: 
“É de Deus que vem a nossa capacidade”. 
Ainda que tivesse todos os diplomas, títulos, riqueza, beleza, sucesso, 
“o dom da profecia,o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência; 
ainda que eu tivesse toda a fé,a ponto de transportar montanhas,
se não tivesse o amor,eu não seria nada.”


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Faça o que eu faço
Uma mãe levou o filho até Mahatma Gandhi e implorou-lhe:
- Por favor, Mahatma, diga a meu filho para não comer mais açúcar...
Depois de uma pausa, Gandhi pediu à mãe:
- Traga seu filho de volta daqui a duas semanas.
Duas semanas depois, ela voltou com o filho. 
Gandhi olhou bem nos fundos dos olhos do garoto e lhe disse:
- Não coma açúcar...
Agradecida, porém perplexa, a mulher perguntou a Gandhi:
- Por que me pediu duas semanas? 
Podia ter dito a mesma coisa a ele antes!
E Gandhi respondeu-lhe:
- Há duas semanas, eu estava comendo açúcar.

Comentário:

E tem mais outra “Ninguém pode servir a dois senhores 
(“O tempo de Deus” – pág. 361)
Aí estão segredo de liderança: o testemunho ou exemplo e atitudes tomadas com amor, sem ambições.

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O cesto de junco
 Dizem que isto aconteceu em um mosteiro chinês muito tempo atrás. Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou: 

- Mestre, por que devemos  ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com  tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.   

O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:

- Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.  

 O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada. 

O mestre perguntou-lhe:
- Então, meu filho, o que você aprendeu?   

O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:
- Aprendi que cesto de junco não segura água. 

 O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo.   Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:
- Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?   

O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
- Que cesto furado não segura água.   

O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo: 
- Então, meu filho, o que você aprendeu?   O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu  admirado:
  
- O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.
O mestre, por fim, concluiu:


- Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que no processo a sua mente e a sua vida ficam limpos.


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A estrela Verde
Era uma vez... Milhões e milhões de estrelas no céu. Havia estrelas de todas as cores.: brancas, lilases, prateadas, douradas, vermelhas, azuis. 

Um dia, elas procuraram o Senhor Deus, todo-poderoso, cheio de amor, o Senhor Deus do Universo e disseram-lhe: 

- Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra, entre os homens. 

- Assim será feito, respondeu Deus. Conservarei todas vocês pequeninas, como são vistas, e podem descer à Terra.

Conta-se que naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas. Algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar e correr com os vaga-lumes, no campo, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada. Porém, passado algum tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o Céu, deixando a Terra escura e triste. 

- Por que voltaram? perguntou Deus, a medida que elas chegavam ao Céu. 

- Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra. Lá existe muita miséria, muita desgraça, muita fome, muita violência, muita guerra, muita maldade e muita doença. 

E o Senhor lhes disse: 

- Claro, o lugar real de vocês é aqui no Céu. A Terra é o lugar do transitório, daquilo que se passa, do ruim, daquele que cai, daquele que erra, daquele que morre, é onde nada é perfeito. Aqui no Céu, é o lugar da perfeição. O lugar onde tudo é imutável, onde tudo é eterno, onde nada padece. 

Depois de chegarem todas as estrelas e conferindo o seu número, Deus falou de novo: 

- Mas está faltando uma estrela. Perdeu-se no caminho?

Um anjo, que estava perto retrucou: 

- Não, Senhor. Uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que seu lugar é exatamente onde existe imperfeição, onde há limites, onde as coisas não vão bem. 

- Mas que estrela é essa? Voltou Deus a perguntar. 

- Por coincidência, Senhor, era a única estrela dessa cor. 

- E qual é a cor dessa estrela? insistiu Deus. 

E o anjo disse: 

- A estrela é verde, Senhor. A estrela verde do sentimento de esperança. 

E quando então olharam para a Terra, a estrela não estava só. 

A Terra estava novamente iluminada, 
porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. 

Comentário:
Este é o lindo sentimento que as pessoas tem: a esperança. Deus já conhece o futuro, e a esperança é própria da natureza humana. Própria daquele que cai, daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que ainda não sabe como será seu futuro, mas daquele quer ser melhor, que quer cultivar a perfeição, como recomenda Jesus: “Sejam perfeitos como o Pai  que está nos céus” ( Mt 5,48).


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O gesto da Cinderela - um testemunho

Um amigo chamado Kenny e sua família tinham 
acabado de voltar de uma viagem à Disneylândia.

- Vi uma cena da qual jamais me esquecerei – ele disse. 
– Quero descrevê-la para você.

Ele e a família estavam dentro do castelo da Cinderela, lotado de crianças e pais. 
De repente, todas as crianças correram para um dos lados do castelo. 
Se aquilo fosse um barco, teria tombado. 
Cinderela havia chegado.
Cinderela. 
A princesa dos contos de fadas. 

Kenny contou que ela era perfeitamente talhada para aquele papel. 

Uma jovem deslumbrante, com os cabelos bem arrumados, pele lisa e sorriso radiante. 

Estava rodeada por um mar de crianças, cujas alturas não passavam de sua cintura, 
cada uma querendo tocá-la e ser por ela tocada.

Por um motivo qualquer, Kenny virou-se e olhou para o outro lado do castelo. 

Não havia ninguém ali, a não ser um menino de uns sete ou oito anos. 

Era difícil saber a sua idade, em razão da deformidade de seu corpo. 

Ele tinha a altura de um anão e o rosto desfigurado. 

Observava tudo de longe, calado e tristonho, segurando a mão de um irmão mais velho.

Você sabe o que ele queria? 

Ele queria estar com as crianças. 

Desejava muito estar no meio das crianças 
que tocavam na Cinderela, chamando-a pelo nome. 

E você é capaz de compreender seu medo, 
medo de mais uma rejeição? 

Medo de ser hostilizado mais uma vez, 
ridicularizado mais uma vez?

Você gostaria que a Cinderela fosse ao encontro dele? 
Adivinhe o que aconteceu. 
Ela foi!
Ela notou a presença do menino e caminhou imediatamente em sua direção. 

Com habilidade e firmeza, 
ela foi abrindo caminho por entre as crianças, 
até desvencilhar-se delas. 

Atravessou o recinto rapidamente ajoelhou-se 
até ficar no nível dos olhos do menino assustado e lhe deu um beijo no rosto.

- Achei que você gostaria de ouvir esta história – disse-me Kenny.

Eu gostei. 
Ela me fez lembrar de outra história. 
Os nomes são diferentes. 
Mas será que a história não é quase igual? 

Em vez da princesa de Disney, o Príncipe da Paz. 

Em vez de um menino no castelo, um ladrão na cruz. 

Em ambos os casos, um presente foi dado. 

Em ambos os casos, o amor foi repartido. 

Em ambos os casos, 
a criatura encantadora fez um gesto que vale mais que mil palavras.

Mas Jesus fez mais que a Cinderela. 
Ah, muito mais!

A Cinderela deu apenas um beijo. 

Quando se levantou para ir embora, levou consigo sua beleza. 

O menino continuou deformado. 

E se a Cinderela tivesse feito o que Jesus fez? 

E se ela tivesse assumido o lugar do menino? 

E se ela tivesse transferido um pouco de sua beleza para o menino, 
retirando dele um pouco de sua deformidade?

Comentário:
Foi o que Jesus fez.
“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades… 
foi traspassado pelas nossas transgressões 
e moído pelas nossas iniqüidades; 
o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, 
e pelas suas pisaduras fomos sarados”.


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O Inferno e o Céu...o que são?
Uma história para ilustrar o tema: 

     Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando, de repente, surgiu diante dele um dos maiores poetas de todos os tempos — Virgílio. 

O homem tomou o maior susto de sua vida e começou a tremer sem parar. 

Virgílio disse ao apavorado colega: 
— 'Tua alma está tomada pela covardia, que tantas vezes pesa sobre os homens, os afastando de nobres empreendimentos, como uma besta assustada pela própria sombra.' 

Mas, o destino estava sorrindo para ele, explicou Virgílio, 
pois tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Paraíso e do Inferno. 

     Utilizando seus poderes místicos, Virgílio transportou o poeta 
— ainda apavorado com tão insólita experiência 
— ao velho e mítico rio de águas pantanosas e cinzentas que circundava o submundo: 
O 'Rio Aqueronte'. 

Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno, já que 'Caronte' não se encontrava por ali. 

Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e de enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.

      Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. 
Logo o poeta sentiu, à medida em que se aproximavam de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. 

Junto com o cheiro, entretanto, 
vinham misteriosos sons de lamentações e de ranger de dentes. 

'Gritos de mágoa, brigas, queixas iradas em diversas línguas formavam um tumulto que tinha o som de uma ventania.' 

Ao contornarem as rochas, depararam-se com uma cena incomum. 
Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. 

No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. 

Cada uma segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. 

Entretanto, devido ao tamanho da mesa e por serem as colheres muito grandes e com cabos três vezes mais compridos do que os braços das pessoas que as usavam, estas ficavam impedidas de alcançar a panela no centro da mesa. Isto tornava impossível, para qualquer uma daquelas pessoas famintas, de levar a comida à boca. 

Havia muita luta e imprecações, enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.

      O poeta ficou muito abalado com a terrível cena. Fechando os olhos, suplicou a Virgílio que o tirasse dali. 

Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio 
orientou o poeta como chegar até o Paraíso. 

      Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. 

Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles haviam acabado de visitar. 

Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. 

Novamente, Virgílio conduziu-o por uma trilha onde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e de arbustos. 

Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. 

Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar: grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa. 

      A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar é que as pessoas deste segundo grupo estavam usando suas colheres para alimentar umas às outras.


Comentário:
O que é que Jesus fala sobre o julgamento final? 

Veja em Mt 25, 31 e seguintes.

Quais são as obras que vão nos salvar?

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Quem amarrou seu pára-quedas?
Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.

Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. 

Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia 
e o que aprendera na prisão. 

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem. 

"Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?" 

"Sim, como sabe?", perguntou Plumb.

"Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. 

Parece que funcionou bem, não é verdade?"

Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu: 

"claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje".

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

"quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse bom dia? 

Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro".

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: 

"quem dobrou o seu pára-quedas hoje"?

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante.

Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: 

um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável. 

Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe.

Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez. 

E manda-a também aos que não o fizeram.

As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto.

Comentário:
Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão. 

Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. 

Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um Gosto de Você, um Te Amo.
.
QUE TIPO DE OPOSIÇÕES O CRISTÃO TEM QUE ENFRENTAR, HOJE? 
COMO AS ENFRENTA? Com a ajuda de quem?

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O Burro que caiu em um poço
Um dia, o burro de um agricultor caiu em um poço seco. 


O animal chorava e urrava bem alto durante horas. 

Enquanto isso o seu dono buscava uma maneira para retirá-lo do buraco.

Por fim, o agricultor cansado e, lembrou-se que o burro já estava velho e o poço estava seco. 

Decidiu que o animal precisava ser enterrado para não provocar outro acidente, 
como este com um cavalo mais valioso.

Decidiu por aterrar o poço com o burro dentro ainda vivo.

O homem convocou todos os seus vizinhos para ajudar aterrar o poço. 

Cada um levou uma pá e começaram a encher o buraco de terra. 

O burro percebeu o que estava acontecendo e se pôs a urrar, 
dolorosamente, e a pular dentro do poço. 

A terra caía em cima do animal e ele a sacudia e pulava, 
de forma que o poço foi se enchendo e o burro foi subindo.

Para surpresa de todos, depois de algumas pás de terra, o burro se calou.

Pensaram que o mesmo aceitara o seu destino insólito de morrer em silêncio.

O agricultor, finalmente, olhou para o fundo do poço e foi surpreendido pelo que viu… 

A cada pá de terra jogada, o burro fazia algo incrível. 

Ele sacudia a terra e pulava para cima dela. 
Em breve, todos se surpreenderam quando o burro chegou à boca do poço, subiu acima da boca e saiu trotando, satisfeito, livre.

Refletindo
A vida pode atirar terra em cima de você, em forma de todos os tipos de dificuldades.
O truque para não se deixar enterrar é se mover, acreditar que pode vencer e viver. 
É ainda, usar das dificuldades para dar um passo para cima. 
Cada um dos nossos problemas deve nos provocar a dar um passo para cima. 
Não podemos deixar que os mais difíceis obstáculos nos impeçam de subir e nos livrar das dificuldades.
Quero recordar um segredo que pode nos ajudar:
Amemos mais e mais  e...aceitemos até a terra que nos jogam. 
Ela pode ser a solução, não o problema!
Podemos usar a terra que jogam em nós para alcançar a vitória e a liberdade!
Pena que muita gente demonstra ter menos força e perseverança se deixando vencer pelo mau e pelas dificuldades da vida. 
É a oportunidade que tem de provar sua fé.
“Tudo é possível a quem tem fé!”, 
diz Jesus ao pai do menino curado de convulsões (Mc 9,23)
Autor desconhecido

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O sorriso de Deus
Quer algo melhor que ver o sorriso de Deus? 

Pois acho que não tem...

É lindo! Mas, também é simples encontrá-lo.

Quem sabe até numa saudação.  Veja o segredo. 

 Havia um pequeno menino que tinha o desejo de se encontrar com Deus. 

Mas não sabia como,  provavelmente,  tinha um longo caminho pela frente.

Um dia, encheu sua mochila com pedaços de bolo e refrigerante 
e saiu para brincar no parque.

Quando andou umas três quadras, 
encontrou um velhinho sentado num banco da praça olhando os pássaros.

O menino sentou-se junto a ele, 
abriu sua mochila e ia tomar um gole de refrigerante, 
quando olhou o velhinho e percebeu que ele estava com fome. 

Então, ofereceu-lhe um pedaço de bolo.
O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino. 

Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; 
então ofereceu-lhe seu refrigerante.

Mais uma vez, o velhinho sorriu ao menino. 

O menino estava tão feliz! 

Ficaram sentados ali sorrindo, 
comendo bolo e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino resolveu voltar para casa, 
mas, antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.

Aí, o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, 
sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face:

- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:

- Passei a tarde com Deus. 

Você sabia que Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?

Enquanto isso, 
o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face e seu filho lhe perguntou:

- Por onde você esteve que está tão feliz?

E o velhinho respondeu:

- Comi bolo e tomei guaraná no parque, com Deus. 

Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

O menino e o velhinho aprenderam:

A face de Deus está em todas as pessoas e coisas 
que são vistas com os olhos do amor e do coração!

Disse,  uma vez, Exupéry: 
“A grandeza de uma pessoa depende da intensidade de suas relações com Deus.” 

Bonita a história, não é? E você já viu o sorriso de Deus? Como foi?



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Uma metáfora: A história do lápis
 
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. 

A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? 

E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. 
Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. 

Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. 

Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, 
será sempre uma pessoa em paz com o mundo.


"Primeira qualidade: 
de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. 

Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. 

Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."


"Segunda qualidade: 
o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado.

 Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Terceira qualidade: 
o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. 

Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

“Quarta qualidade do lápis: 
ele sempre deixa uma marca. 

Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.

"Quinta qualidade: 
você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. 

Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

Como podemos cultivar nosso espírito para esta comunhão com Deus?

O que você acha? 


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Embalagem
Uma história para nos ajudar na meditação.

Um jovem preparava-se para sua formatura na universidade.

E sabendo que seu pai poderia dar-lhe um bom presente, disse-lhe que um carro era tudo que queria.

Na manhã da formatura, seu pai o chamou em seu escritório e disse como estava orgulhoso em ter um filho como ele e quanto o amava, e entregou uma caixa embrulhada para presente.

Curioso e desapontado o jovem abriu a caixa, encontrou uma Bíblia e disse: 

" Com todo o seu dinheiro, você me dá uma Bíblia ?" 

E saiu de casa.

Passaram-se alguns anos e o jovem lembrou-se do seu pai e concluiu que ele estava muito velho e que talvez devesse ir vê-lo, pois não tinha estado com ele desde o dia da formatura.

Enquanto se preparava para viajar recebeu uma triste notícia, seu pai havia morrido.

E quando chegou na casa de seu pai, uma tristeza intensa e um grande arrependimento tomaram conta do seu coração.

Então começou a olhar as coisas que seu pai havia deixado e achou a Bíblia, e foi virando algumas páginas.Seu pai havia sublinhado um versículo:

" Se vós sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está no céu, dará bens aos que lhe pedirem ? " 

Mateus 7,11

Enquanto lia estas palavras, viu uma chave de carro com a etiqueta de uma concessionária e a data de sua formatura dizendo:

" Pago a vista ." 

Comentário:
Muitas vezes perdemos as bênçãos de Deus, só porque elas não estão na embalagem que desejamos.

O que você faz quando deve tomar uma decisão importante, difícil, quando deve decidir por  um caminho ou por outro ? Você pode nos dar exemplo de algo que aconteceu com você e como decidiu. 


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Oração do Zé
No interior de Minas Gerais, vivia um homem que se chamava José. 

Todos os dias antes de trabalhar na lavoura ele passava na igreja local, entrava, ia ao sacrário e se ajoelhava. 

Depois saía para trabalhar.
Todos os dias lá estava ele, fazendo o mesmo ritual, entrava e ajoelhava e ia embora. 

O padre que observava sua atitude, foi perguntar porque rezava tão rápido, e a resposta foi imediata: 
“Eu não sei ler nem escrever. 
Não conheço as orações que vocês conhecem e muito menos sei falar as palavras bonitas que falam. 

Eu somente chego aqui em frente, olho para Ele e digo: 

Jesus, aqui é o Zé”.

E assim passaram anos e anos até que um dia Zé não apareceu. 


Depois de uma semana, o padre preocupado procurando saber noticias do Zé, 
descobriu que ele havia sido atropelado e estava internado no hospital.

O padre foi então visitá-lo. 


Mas antes procurou uma enfermeira para saber como ele estava.

“O Zé está muito bem! 


O impressionante é que desde que ele chegou aqui todos estão muito felizes e se recuperando mais!”

O padre entrou em seu quarto e perguntou: 


“Zé, o que você fez para motivar todos aqui?”

“Eu não fiz nada, é a visita que eu recebo todos os dias”, 
respondeu. 

O padre sabia que ele não tinha família, amigos ou pessoas que se preocupassem com ele, mas ainda assim perguntou:

“Que visita tão maravilhosa é essa?”


Com um grande sorriso no rosto ele respondeu:


“Todos os dias exatamente no horário em que eu ia à igreja, 

Jesus chega bem perto da minha cama e diz: 

Zé, aqui é Jesus.”


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 Ubuntu
«Um antropólogo que estudava os usos e costumes de uma tribo africana propôs uma brincadeira inofensiva às crianças. Encheu um pote com doces e guloseimas e colocou-o debaixo de uma árvore. Depois, chamou as crianças e combinou que quando desse o sinal, elas corriam para o pote e a que chegasse primeiro ficava com todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças posicionaram-se na linha de partida que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando deu o sinal, todas as crianças deram as mãos e começaram a correr em direção à árvore onde estava o pote. Quando lá chegaram, distribuiram os doces entre si e começaram a comê-los.
O antropólogo foi ter com as crianças e perguntou porque razão tinham ido todos juntos quando, o primeiro a chegar, ficaria com tudo que havia no pote e, assim, comeria muito mais doces.
As crianças responderam: "Ubuntu, tio. Como poderia um de nós ficar feliz se todos os outros estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses a trabalhar, estudando a tribo, e não tinha compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto a competição...
Ubuntu significa: "Eu sou quem sou, porque somos todos nós!"
Atenção: porque SOMOS, não pelo que temos...»
UBUNTU, CRIANÇAS!


Comentário:
Uma corrida semelhante a esta feita em uma olimpíada para crianças excepcionais deu um resultado semelhante, o que deixa as pessoas normais bastante intrigadas sem saber porque nós abandonamos a felicidade que deveria ser normal e preferimos a infelicidade gerada pelo egoísmo social.
Seria esta síndrome apenas falta de conhecimento, treinamento ou apenas deveríamos deixar as coisas ser como deveriam ser sem a interferência de treinamentos opostos ?
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Salve-se quem puder

Houve uma grande enchente, todos os moradores tiveram que abandonar suas casas as pressas no meio da noite para não morrerem afogados, mas alguém dormiu demais e ficou para trás…

Um homem que dizia acreditar muito em Deus e lhe ser fiel de todo seu coração, sempre encontrava uma maneira de demonstrar a sua fé para as outras pessoas.
No dia da enchente, ele havia chegado muito tarde em casa e dormiu um sono muito pesado. Quando acordou, a água já estava alcançando sua cama e subindo rapidamente, já não dava mais para escapar.Subiu então para o telhado de sua casa e ficou esperando a água baixar para que pudesse sair.

Ao Raiar do dia, a água continuava subindo, e já começava a alcançar o telhado, quando ele resolveu orar e pedir socorro ao Criador.
Deus lhe respondeu dizendo:
"Aguarde, que já o salvarei!"

Mal acabou de falar veio um homem numa canoinha remando e o chamou;
- Ei ! você aí, sobe na canoa e vamos embora, que a enchente vai aumentar.
Ele olhou para a canoinha com um homem remando e balançando na água quase afundando, se lembrou da voz de Deus, e disse: - Pode ir embora, Deus virá me salvar!

Logo a seguir, veio uma lancha a motor e alguém o chamou pelo alto falante. 
Ei, Vamos embora que vem mais chuva aí!
Ele olhou para a lancha cheia de gente. Lembrou da canoinha balançando e da voz de Deus que lhe prometeu socorro, então disse:
- Pode ir, já, já, Deus virá me buscar!

E a  chuva aumentou, e a água subia cada vez mais e mais.

O homem já estava com água pela cintura!
Então, vieram os bombeiros num helicóptero, desceram uma cordinha, e alguém gritou:
- Ei Você aí, se amarre na corda que vamos lhe puxar.
O homem olhou para cima, viu o helicóptero, o vento, a chuva e os raios, achou arriscado e decidiu dispensar esta carona também.
Já com o nariz dentro d’água, orou a Deus e disse:
- Ó,  Senhor! não vieste me buscar, heim !?

Deus então lhe respondeu:
- Mandei lhe uma canoinha e você não quis, mandei-lhe uma lancha a motor e você dispensou, mandei-lhe um helicóptero e você desprezou. O que mais posso lhe oferecer?

Comentário:
Deus oferece muitos meios para nos salvar:  a Igreja, os sacramentos, pessoas amigas,livros bons, tantas outras coisas... São todas luzes do Espírito Santo. Como os acolhemos?

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Derrubando muralhas Uma história dos monges nos ajuda a criar o clima de nossa oração
 “Um peregrino percorria seu caminho quando certo dia passou diante de um homem que parecia ser um monge e que estava sentado no campo.
Perto dali, outros homens trabalhavam em um edifício de pedra.
- “O senhor parece um monge”- disse o peregrino.
- “Sim, sou um monge”- respondeu o monge.
- “Quem são aqueles que estão trabalhando no edifício?”
- “Meus monges”- respondeu – “Eu sou o abade”.
- “É magnífico”- comentou o peregrino – “É estupendo ver levantar um mosteiro”.
- “Nós o estamos derrubando”- disse o abade.
- “Derrubando-o?”- exclamou o peregrino – “Por que?”
- “Para poder ver o sol nascer todas as manhãs” - respondeu o abade”.

Ser discípulo da luz, estabelecer contato com o Mestre, a Luz que é Deus exige algumas atitudes de nós: afastar a pedra, derrubar muros, romper fronteiras... Só assim podemos ver o sol nascer, sentir seu calor, enxergar também o que nos rodeia, as pessoas, a natureza, a vida.

Vamos fazer nossa oração, antes de mais nada, retirando as pedras,  derrubando os muros que nos fecham, nos isolam, nos prendem, que prejudicam nosso contato com o Sol..  
Comentário:
Cobrimo-nos de pedras, rodeamos nosso coração de muros,  construímos muralhas que nos afastam dos outros e de Deus. É o que somos convidados a fazer: destruir o templo da solidão, fechamento, angústia, alienação, indiferença, rancor, medo e insegurança… Precisam desaparecer os muros onde adoramos e defendemos o nosso “eu” e idolatramos a riqueza, o poder, o prestígio… 



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Meu amado Bambú
Era uma vez... um maravilhoso jardim, situado, bem no centro de um grande campo.

O Dono costumava passear pelo jardim ao sol do meio dia...

Um esbelto bambu era para ele a mais bela e estimada de todas as árvores e plantas de seu jardim. Ele crescia e se tornava cada vez mais lindo. Ele sabia que seu Senhor o amava que ele era sua alegria.
Um dia o dono pensativo aproximou-se de seu Bambu.

Num sentimento de profunda veneração, o Bambu inclinou sua cabeça imponente.

O senhor disse a ele:

- Querido Bambu, eu preciso de ti.
O Bambu estava feliz.

Parecia ter chegado a grande hora de sua vida.

E ele respondeu baixinho:

- Senhor, eu estou pronto. Faze de mim o uso de que quiseres.
- Bambu - a voz do Senhor era grave - Bambu, só poderei usar-te se te podar.

- Podar?... a mim? Senhor, por favor, não faças isto! Deixa a minha bela figura. Tu vês como todos me admiram!

- Meu Bambu amado - a voz do senhor tornou-se ainda mais grave - Não importa que te admirem ou não. Se não te podar, não posso usar-te.

No jardim tudo ficou silencioso. O Vento segurou a respiração. Finalmente o lindo Bambu se inclinou e sussurrou:
- Senhor, se não podes usar sem podar, então... faz comigo o que queres!

- Meu querido Bambu, devo cortar também as tuas folhas!

- Ó Senhor. Se me amas, preserva-me de tal mal! Podes-me destruir minha beleza, mas por favor, deixa as minhas folhas!

- não te posso usar, se não tirar também as folhas!

O sol escondeu-se atrás das nuvens. Umas borboletas afastaram-se assustadas. O Bambu trêmulo, a meia voz, disse:
- Senhor, corta-as!

- Ainda não basta, meu querido Bambu. Devo cortar-te pelo meio e tomar também o coração. 

Se não faço isto, não posso usar-te.

- por favor, Senhor - disse o Bambu - eu não poderei mais viver... Como viver sem o coração?"
- Devo tirar-te o coração, caso contrário, não posso usar-te.

Então o Bambu inclinou-se até o chão e disse:

- SENHOR, CORTA... CORTA E DIVIDE, REPARTE...

O senhor desfolhou o Bambu, decepou seu ramos, partiu-o em duas partes, tirou-lhe o coração, depois levou-o para o meio do campo ressequido, a uma fonte onde brotava água fresca. 

Lá o Senhor deitou cuidadosamente o seu querido Bambu no chão. Ligou uma das extremidades do tronco decepado à fonte e a outra, ele levou até o campo.

A fonte cantou sua suas boas vindas. As águas cristalinas se precipitaram alegres pelo corpo despedaçado do Bambu, correram sobre os campos ressequido que por elas tanto havia suplicado.
Ali, naquele campo, plantou-se o trigo... o arroz... o milho...

Os dias se passaram... A sementeira brotou. Cresceu e...veio o tempo da colheita...

Assim, o tão maravilhoso bambu de outrora, em seu aniquilamento e humildade, transformou-
se numa grande bênção. Quando ele era grande e belo, crescia somente para si e se alegrava com sua própria beleza.

No seu aniquilamento, ele se tornou o canal, do qual o Senhor se serviu para tornar fecundas as suas terras. E muitos, muitos homens viviam deste tronco de Bambu.

Comentário:
Que tipo de Bambu somos nós? Será que somos o Bambu bonito, lindo, esbelto, grande, mas que cresce só para si, e fica se admirando, ou...

Somos o Bambu que se deixa podar pelo Senhor, aniquilando-se, doando-se e tornando-se uma fonte de vida para muitos?

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Assembléia na carpintaria

Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia.

Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.


Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.

A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.


Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.


Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

“Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes.”

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.

Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.



Comentário:

Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar.

Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.

É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades… isto é para os sábios!!!!  

(Autor: Anônimo)


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A parábola dos três doadores

Três homens, moradores da mesma cidade, faziam ofertas regulares e generosas para a igreja.

Certo dia, preocupado mais com a motivação das ofertas que com o valor, o líder da comunidade procurou-os, um por um, e perguntou-lhes o que os levava a ofertar daquela forma.

O primeiro, um fazendeiro, respondeu:

- “Bem, como sabe, sou um dos homens mais ricos desta cidade; assim, devo ofertar mais que os outros, pois o que diria o povo se visse que minha oferta é menor?”

Triste por ouvir uma resposta tão mesquinha de alguém que parecia tão generoso, seguiu para o segundo.

Sua resposta, com expressão de ódio no olhar, foi:

- “Olha, não tem sido fácil manter estas quantias e regularidade, mas enquanto aquele fazendeirinho estiver ofertando para aparecer, estarei nos seus calcanhares. Vamos ver quem pode mais!”

Já abatido e temeroso de receber resposta ainda pior, foi ao terceiro.

Ele não era pobre, mas sua riqueza era bem inferior à dos outros dois. Contudo, sua respos­ta foi a que se espera de um verdadeiro cristão.

Ele disse:

- “Meu amigo, o que eu dou não é tanto assim, gostaria de dar mais. Na verdade eu nem dou, só devolvo, e com alegria, uma parte do que Deus mesmo já me deu. Tudo o que existe neste mundo per­tence a ele e sou grato por poder devolver um pouco do muito que dele recebo.”
Os motivos fazem a diferença!


Comentário:


Estejamos convencidos de que somos apenas instrumentos de Deus.


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Tribulação ou graça?



O único sobrevivente de um naufrágio foi parar em uma pequena ilha desabitada fora de qualquer rota de navegação. 

Ele pedia a Deus para ser resgatado, mas os dias se passavam e nenhum socorro vinha. Mesmo exausto, construiu um pequeno abrigo de madeira para que pudesse se proteger do sol, da chuva e de animais. Também para guardar seus poucos pertences. 

Um dia, saiu em busca de alimento e, quando voltou, encontrou sua cabana em chamas, com altas nuvens de fumaça.

Terrivelmente desesperado e revoltado, ele gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo! DEUS, por que fizeste isso comigo?" Chorou tanto que adormeceu, profundamente cansado.

No dia seguinte, bem cedinho, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava:
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui? - perguntou ele.
- Nós vimos o seu sinal de fumaça.

Comentário:
É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas DEUS age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Devemos sempre lembrar, que se algum dia o nosso único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até nós a graça divina.


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Para compreendermos melhor a ressurreição há diversas parábolas. 

Uma delas é a da semente
A semente deve ser enterrada, morrer para depois nascer, brotar, crescer, dar frutos. 


BORBOLETA

A borboleta do bicho-da-seda. 
Uma borboleta é uma ex-lagarta e uma lagarta é, dependendo da espécie, uma futura borboleta. 
Todavia, antes de a borboleta poder ganhar os céus com suas lindas e coloridas asas, ela precisa enfrentar o isolamento e a prisão do casulo. Então, só depois disso ela deixará de ser lagarta e será borboleta. E o nome desse processo é metamorfose. 


O que é a metamorfose? É a transformação da lagarta em borboleta, por meio de um complexo e interessante processo. A lagarta, quando percebe que está se aproximando o tempo de deixar de ser ligada às coisas da terra e se tornar ligada às coisas do céu, ela se fecha em um casulo para, depois de um certo tempo, sair totalmente transformada. Mas, sua saída do casulo, longe de ser fácil, é difícil, demorada e custosa. 

DIAMANTE
O diamante, tem algumas semelhanças com a da borboleta, visto que o diamante também já foi carvão um dia. 


Mas, como ele veio a se transformar em diamante? Através de um processo lento e trabalhoso, em que ele ficou no ventre da terra debaixo de muita pressão e calor. Logo, o que conhecemos como diamante nada mais é do que um carvão transformado pelo tempo, pelo calor e pela pressão.

Também a PÉROLA

“Uma ostra que não foi ferida não pode produz pérolas”… 
Pérolas são produtos feitos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou 
indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. As pérolas são feridas curadas. 


Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra que espera logo sair ou se livrar do incômodo. 
Como resultado, uma linda pérola vai se desenvolvendo e se formando no seu interior. E uma ostra que não foi ferida, machucada de algum modo, não produz pérolas, pôs a pérola é uma ferida dolorida, mas cicatrizada… 

Muitas vezes nos sentimos prisioneiros de alguma situação que somos obrigados a suportar. Mas, depois de vencida essa prova, saímos dela transformados, da mesma forma que a borboleta, a pérola, o carvão. 

Então, a partir de agora, vamos encarar as situações adversas como etapas de um processo de transformação, de ressurreição, que tem por objetivo fazer-nos melhores, mais fortes, renovados. 

Foi para isso que seu Deus nos fez: para chegarmos ao Céu, como a borboleta, deixando o passado de lagarta para trás. E, como o diamante, para brilhar, como a pérola, transformada. 

Programa "Nos passos de Paulo" ao VIVO
De segunda a sexta das 20h às 21 horas
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O VELHO POTE RACHADO
      Um carregador de água, na Índia, levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do Senhor para quem o carregador trabalhava. O pote rachado sempre chegava com água apenas pela metade. 
     
       Foi assim por dois anos. Diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu Senhor. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição. Sentia-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que lhe havia sido designado fazer.


      Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote rachado, um dia, falou para o carregador à beira do poço: 

      — Estou envergonhado. Quero lhe pedir desculpas.
    
      — Por quê? — perguntou o homem. — De que você está envergonhado?
     
      — Nesses dois anos — disse o pote — eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho que leva à casa de seu senhor. Por causa do meu defeito você não ganha o salário completo dos seus esforços.
     
      O carregador ficou triste pela situação do velho pote, e, com compaixão, falou: 
— Quando retornarmos à casa do meu senhor, quero que observes as flores ao longo do caminho.
     
      De fato. À medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou muitas e belas flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas, no fim da estrada, o velho pote ainda se sentia mal, porque, mais uma vez, tinha vazado a metade da água, e, de novo, pediu desculpas ao carregador por sua falha.
     
      O carregador, então, disse ao pote:
 — Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

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Somos anjos de uma asa só

Conta um cidadão: Lá estava eu com minha família,em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado. Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem. 
Tentei dar a partida no carro. Nada.


Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram

abafados pelo barulho do riacho. Concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.


Sem alternativa, decidi voltar á pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.



Depois de uma hora e um tornozelo torcido,cheguei finalmente a um posto de gasolina.

Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado.  Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos. Consegui ligar para a única companhia de auto socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali.


- Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.



Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria. Logo seguíamos eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento. Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos a perna

e a ajuda de muletas para se locomover. Santo Deus! Ele era paraplégico!! Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.


- É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, disse-me ele.



O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto. Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.


- Oh! nada - respondeu, para minha surpresa.

- Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.
- Não, reiterou ele. Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação
muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse.

"- Quando tiver uma chance, ‘passe isso adiante’. Somos anjos de uma asa só; precisamos nos abraçar para alçar vôo." Precisamos uns dos outros.Sempre que puder, ajude alguém,e verá o bem que estará fazendo a você mesmo.

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