quarta-feira, 27 de maio de 2015

Medir o nosso grau de felicidade


Tome seu papel e vamos responder as questões para medir nosso grau de felicidade.

1 - Sente prazer em estar rodeado/a de outras pessoas?  Sim  ou Não?

2 - Acredita que pode encontrar boas qualidades em cada uma das pessoas que conhece? Sim ou não?

3 - Você gosta de seu aspecto físico?    Sim ou Não?

4 - Tem bons amigos em quem confiar?  Sim ou Não?

5 - Relaciona-se bem com seus familiares?  Sim ou Não?

6 - Dorme bem e acorda descansado/a  Sim ou Não?

7 - Sente que pode encarar os problemas   Sim ou Não?

8 - Pode pensar em cinco coisas agradáveis sobre você mesmo/a ?  Sim ou Não?

9 - Às vezes, você canta ou dança em sua casa ou no carro?   Sim ou Não?

10 - Você tem objetivos na vida ? Sim ou Não?

11 - Você pensa que, algum dia, terá oportunidade de alcançar suas metas?   Sim ou Não?

12 - Às vezes, ao contemplar apenar um entardecer, ou o mar, e fica alegre?  Sim ou Não?

13 - Há um milhão de coisas que você gostaria de fazer?   Sim ou Não?



Queremos que todos sejam pessoas felizes.
Vamos ver a resposta do nosso teste.

Respondendo, conforme você assinalou “sim” ou “não”, podemos adiantar que seu grau de satisfação com a vida está relacionado à quantidade de situações marcadas como positivas.

Veja, se suas respostas afirmativas estiverem entre 1 e 5, você tem um baixo grau “biológico de felicidade”. Ou seja, nesse momento, você é uma das pessoas para as quais a desventura é muito mais natural que a felicidade e, na maior parte do tempo, se consideram mais infelizes que felizes.

Se a sua pontuação estiver entre 6 e 9, você possui um grau médio de felicidade.

Se suas respostas positivas ultrapassaram os 10 pontos pode se considerar uma pessoa feliz, apesar dos momentos de dificuldades.

Mas, você poderá perguntar: De que depende a felicidade?

A maioria das pessoas tende a explicar a felicidade ou infelicidade como se fosse causada por circunstâncias externas a elas. Atribuem a fonte da felicidade às coisas positivas que lhes ocorrem ( por exemplo, “vou viajar”, “comprei um carro”; e sua infelicidade às negativas ( por exemplo: “fui despedido”, “o carro enguiçou”. Veja, desta forma aceitam o que lhes acontece como determinantes de sua felicidade ou infelicidade.

Você mesmo pode perguntar a várias pessoas como se sentem e a que atribuem isso. 

Certamente, 90% citarão circunstâncias externas como: “sou feliz porque meu marido é maravilhoso”, “porque tenho sorte”; ou, “sou infeliz porque me casei com a pessoa errada”; “porque a vida foi injusta comigo”.

No entanto, a questão fundamental é esta: 
a felicidade tem mais relação com nossas atitudes que com qualquer motivo externo. Uma pessoa feliz não é alguém com determinada série de circunstância, mas sim com determinada série de atitudes.


E pode-se aprender a ser feliz? 

(extraído do livro "Ser Feliz! A decisão é sua - Reconheça a felicidade a partir das próprias atitudes - Maria Mercedes P. de Beltrán - Paulinas Editora) 

sábado, 23 de maio de 2015

Oração do Grupo mães de um filho bom


Senhor Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
nós vos agradecemos pela vida que nos dais.
Graças vos damos pela nossa família,
pelos filhos que nos destes.
Ensinai-nos a viver o amor que salva e liberta.
Que possamos viver  em família
o amor paciente, prestativo;
o amor não invejoso, que não se ostenta,
nem se incha de orgulho.
que nada faz de inconveniente,
não procura seu próprio interesse,
não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça,
mas se alegra com a verdade.
Ajudai-nos com vossa graça e paz 
para que possamos
tudo desculpar, tudo crer,
tudo esperar, tudo suportar.
Fazei, Senhor de nosso filho, um homem bom!


São Paulo apóstolo, rogai por nós.