sexta-feira, 6 de junho de 2014

Algumas dicas para a nossa liturgia
A cor de Pentecostes é o vermelho 
O espaço deve ser expressão da Páscoa do Senhor, destacando o círio Pascal, a mesa da Palavra, a mesa da eucaristia e a pia batismal. 

Antes do início de celebração pode-se cantar um canto do Espírito Santo e 7 pessoas 
com velas acesas entram, representando os 7 dons. Preparar com antecedência um lugar para por as velas. 

No ato penitencial pode ser feita a aspersão lembrando nosso batismo, utilizando um 
canto próprio para o momento. 

Nesta solenidade a liturgia traz a sequência. A sequência é um hino que surgiu por volta 
do século IX. De forma lírica e expressiva, fala sobre determinado tema da devoção 
cristã. Este hino é cantado antes da aclamação ao Evangelho. Deve ser valorizado. 

Na profissão de fé, pode-se renovar as promessas do batismo. Nas preces, lembrar todos os jovens que recebem o sacramento do crisma nesse dia. 

No final da celebração, após a oração pós-comunhão, pode ser realizado o rito de apagar o Círio Pascal. É importante que antes de iniciar o rito, o presidente da celebração ou o animador, oriente os celebrantes explicando porque o Círio Pascal é retirado da 
assembleia. 

A comunidade poderá ser motivada assim: na noite da Vigília Pascal, aclamamos 
Cristo nossa Luz e acendemos o Círio Pascal. A luz do Círio nos acompanhou nestes 
cinqüenta dias do Tempo Pascal. No dia de Pentecostes, ao concluir o Tempo da 
Páscoa, o Círio será apagado. Este sinal nos é tirado para que, educados na escola pascal do mestre Ressuscitado, nos tornemos a “luz de Cristo” que se irradia, como uma 
coluna luminosa que passa no mundo, para iluminar os irmãos e irmãs e guiá-los no 
êxodo definitivo rumo ao céu. 

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