sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

2013


Mais um ano tem início...
Conquiste-o a cada dia,
Enfrentando o desconhecido
E o que Deus lhe propuser.
Quais serão as necessidades
E dificuldades que vão surgir?
A cada ano, surge uma possibilidade
De aperfeiçoamento e superação de limites.
Lembre-se de que a verdadeira
Proteção vem de Deus!
Somente nele é possível encontrar
A verdadeira vida!
Ele o tomará pela mão e guiará
Pelos caminhos deste novo ano.
Meditação
Agradeça a Deus de coração
O ano que passou.
Em mais uma nova etapa,
Peça que lhe conceda a graça
De permanecer firme na fé.
Confirmação
“Que louvem o Senhor
Por sua bondade e por suas maravilhas
Em favor dos homens”.
(Sl 107, 15)

Do livro: Uma mensagem por dia o ano todo, de Rosemay de Ross

Este livro traz uma reflexão, meditação e confirmação bíblica para cada dia do ano.
E para você que deseja que 2013 seja um ano acompanhado pela Palavra de Deus, temos como sugestão o livro: A Bíblia dia a dia, da Paulinas Editora.

 FELIZ
 

PARA COMEÇAR BEM 2013

 
 
Para assistir o vídeo desligue primeiro a WebRádio Paulinas.
 
Começe 2013 conectado consigo mesmo,
conectado com Deus,
conectado com seus irmãos,
com toda a natureza!
 
FELIZ 2013!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

DIA MUNDIAL DA PAZ - 2013

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI
PARA A CELEBRAÇÃO DO
XLVI DIA MUNDIAL DA PAZ
1 DE JANEIRO DE 2013

BEM-AVENTURADOS OS OBREIROS DA PAZ

1. Cada ano novo traz consigo a expectativa de um mundo melhor. Nesta perspectiva, peço a Deus, Pai da humanidade, que nos conceda a concórdia e a paz a fim de que possam tornar-se realidade, para todos, as aspirações duma vida feliz e próspera.
À distância de 50 anos do início do Concílio Vaticano II, que permitiu dar mais força à missão da Igreja no mundo, anima constatar como os cristãos, Povo de Deus em comunhão com Ele e caminhando entre os homens, se comprometem na história compartilhando alegrias e esperanças, tristezas e angústias,[1] anunciando a salvação de Cristo e promovendo a paz para todos.

Na realidade o nosso tempo, caracterizado pela globalização, com seus aspectos positivos e negativos, e também por sangrentos conflitos ainda em curso e por ameaças de guerra, requer um renovado e concorde empenho na busca do bem comum, do desenvolvimento de todo o homem e do homem todo.

Causam apreensão os focos de tensão e conflito causados por crescentes desigualdades entre ricos e pobres, pelo predomínio duma mentalidade egoísta e individualista que se exprime inclusivamente por um capitalismo financeiro desregrado. Além de variadas formas de terrorismo e criminalidade internacional, põem em perigo a paz aqueles fundamentalismos e fanatismos que distorcem a verdadeira natureza da religião, chamada a favorecer a comunhão e a reconciliação entre os homens.
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

NATAL É PRESENÇA

NATAL É PRESENÇA

No silêncio da noite,
Deus se fez criança
e veio morar entre nós.
Aconteceu assim o natal
mais importante da história humana,
em que Jesus, o Filho de Deus,
se tornou presente em nossa vida.
Jesus continua nascendo no coração
 das pessoas de Boa vontade,
 nos gestos de amor e partilha,
nos novos povos que buscam
 a fraternidade e a paz!
Celebrar o natal é descobrir
o rosto do Menino de Belém
nos rostos que encontramos
a cada momento em nossa caminhada.
É ser presença de amor de esperança
e de paz na vida das pessoas.
Feliz Natal!

Feliz Natal!

Feliz Natal a todos vocês amigas e amigos
seguidores dos passos de Paulo!
Com carinho,
Ir. Edicléia Tonete Ir. Rosinha Megsessian e Ir. Rosa Ramalho.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

TERCEIRO DOMINGO DO ADVENTO – ANO C


TERCEIRO DOMINGO DO ADVENTO – ANO C

“Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto”. (Antífona de entrada)

Leituras: Sf 3, 14-18a, Is 12, 2-3.4bcd.5-6, Fp 4,4-7, Lc 3,1º-18

Este terceiro domingo de Advento é conhecido também através de seu nome latino “Domingo gaudete”. Esse nome é oriundo de um versículo da segunda leitura de hoje. Trata-se do mandamento do apóstolo Paulo à comunidade de Filipos: “Alegrai-vos sempre no Senhor!” (Em latim: Gaudete in Domino semper!).

Quando São Paulo escreveu sua carta para os filipenses, ele o fez na língua grega, que era o idioma falado por aquela comunidade. Esse termo “alegrai-vos” é o mesmo que encontramos na boca do Arcanjo Gabriel - e que geralmente traduzimos como “Ave” - por ocasião da saudação à Virgem Maria: “Alegra-te cheia de graça!”.

Esse convite à alegria – que não se trata da alegria mundana de ter dinheiro no bolso, sucesso na vida, etc – brota da percepção da Salvação em nossas vidas, em nosso hoje. Salvação ofertada por Deus que é amor e quer entrar em comunhão conosco.

Esse é o sentido da primeira leitura: Sofonias convida ao júbilo, porque Deus não rejeitou seu povo, antes está agora em seu meio. Esse mesmíssimo Deus que se faz presente também em nosso meio através da ação litúrgica: “Ó Deus de bondade, que vedes o vosso povo esperando fervoroso o natal do Senhor, daí chegarmos às alegrias da Salvação e celebrá-las sempre com intenso júbilo na solene liturgia” (Oração do dia).

O Salmo responsorial deste domingo é um trecho do profeta Isaías e ecoa o convite à alegria. Também a segunda leitura traz o tema da alegria, alegria que brota do contato com as “maravilhas de Deus” feitas em favor de seu povo: “...ao celebrarmos o sacramento que nos destes, se realizem em nós as maravilhas da salvação” (cf. Oração sobre as oferendas).

No evangelho, a grande pergunta deveria ecoar com grande força em nossas assembléias: “O que devemos fazer?”. É verdade que fundamentalmente o cristianismo é gratuidade, que Deus quer entrar em relação profunda conosco, mas não devemos esquecer que nós devemos corresponder à essa ação primeira de Deus. A pregação do Batista oferece um metro seguro para sabermos se estamos em comunhão com Deus, se estamos de fato experimentando a Salvação já em nosso hoje: o amor ao outro.

É preciso saber sair de si mesmo para ir em direção ao próximo; somente desta modo poderemos entrar na alegria da festa: “Imploramos, ó Pai, vossa clemência para que estes sacramentos nos purifiquem dos pecados e nos preparem para as festas que se aproximam” (Oração depois da comunhão).

 Domingo Gaudete e o uso dos paramentos na cor rósea.

Estamos na metade do tempo para a preparação do Natal que se aproxima, por isso a Igreja hoje propõe –se houver na comunidade - o uso dos paramentos na cor rosa. Usar a cor rosa na liturgia deste domingo significa celebrar com alegria o mistério do Natal que se aproxima.

Por que a cor rosa? De onde veio esse uso?

Parece que o costume do uso da cor rosa nos paramentos usados na liturgia deste domingo seria uma assimilação do uso que ocorre também no domingo da quaresma intitulado domingo Laetare.

Nesse domingo de quaresma, desde o século XII o papa na liturgia benzia uma rosa de ouro.

Ao que parece, seria a lembrança de um costume popular em Roma e bastante antigo de celebrar a passagem do inverno com a vitória da primavera; dentro desse contexto festivo as flores tinham um papel importante e por isso o papa benzia uma rosa, que com o passar do tempo foi sendo feita de metal precioso e era concedida como presente àquelas pessoas que haviam se distinguido na sociedade.

Seja como for, a cor rosa começou a ser associada ao tom mais festivo desse domingo de quaresma e passou a ser usada também no domingo Gaudete do tempo do Advento.

Curiosidade: Ainda hoje há o costume dos papas presentearem algumas igrejas com rosas de ouro, como sinal de distinção. No museu da basílica de Aparecida podemos admirar alguns belíssimos exemplares oferecidos pelos papas.



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

SEGUNDO DOMINGO DO ADVENTO – ANO C

SEGUNDO DOMINGO DO ADVENTO – ANO C
* Por Gabriel Frade
 
 “Povo de Sião, o Senhor vem para salvar as nações! E, na alegria do vosso coração, soará majestosa a sua voz”. (Antífona de entrada)
Leituras: Bar 5,1-9, Sl 125 (126), Fp 1,4-6.8-11, Lc 3,1-6
 Neste caminhar que a liturgia da Palavra nos convida a continuar, a primeira leitura da profecia de Baruc apresenta Jerusalém como uma viúva, que está em aflição e guarda luto pelo seu marido perdido. Bela metáfora para dizer que Israel havia se distanciado de Deus, havia se separado a causa de suas múltiplas infidelidades.
Apesar disso, Deus continua fiel: convida a viúva - isto é, Israel - a se alegrar consigo, porque Deus “lembrou-se de seus filhos” e os reconduz à sua mãe. Deus ao visitar o seu povo, na história do seu dia-a-dia, transforma a sua realidade oferecendo a plena misericórdia e a plena justiça.
De fato, a oração do dia evoca a misericórdia do Senhor, recordando que nosso Deus, não é apenas misericordioso, mas está “cheio de misericórdia”.
“Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vossa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida”. (Oração do dia).
Os dicionários da língua portuguesa dão vários significados à palavra misericórdia: perdão, clemência, compaixão, indulgência... Releva-se muitas vezes o aspecto da gratuidade quando o sujeito que aplica a misericórdia é Deus. Em contrapartida, a palavra “misericórdia” quando vista no âmbito humano, evoca muitas vezes a destruição ou a morte, como, por exemplo, quando se diz “Dar um golpe de misericórdia...” em alguém, com o significado de, em alguns casos, provocar a rápida morte de determinado indivíduo.
Embora também sejamos capazes de atos, no sentido mais positivo do termo, de verdadeira misericórdia para com o próximo, percebemos que o exercício desta é algo que muitas vezes nos supera. Experimentamos por vezes algo grande. Uma paz interior e, muitas vezes, a alegria da reconciliação. Essa experiência talvez se dê em nós porque nos sintamos próximos à própria atitude de Deus para com a humanidade, prefigurada na história do povo da Bíblia. Com efeito, Cristo é aquele que nos conecta à experiência do Deus misericordioso, que olhou a pequenez da humanidade e veio em seu socorro: Ele que é o Emanuel, o Deus-conosco.
“Acolhei, ó Deus, com bondade nossas humildes preces e oferendas, e, como não podemos invocar os nossos méritos, venha em nosso socorro a vossa misericórdia” (Oração sobre as oferendas).
O evangelho de Lucas situa o advento de Jesus na história do dia-a-dia, citando personagens históricos: no centro da boa notícia cristã não está uma ficção, mas uma história bem concreta. Na origem da figura do precursor e de seu convite à conversão está a Palavra criadora de Deus. Palavra que comunica vida nova e esperança da “plenitude da vida divina” (cf. Oração do dia) e que temos o privilégio não só de ouvir, mas também de acolher em nosso íntimo através da comunhão ao corpo e ao sangue do Cristo Palavra encarnada.
“Alimentados pelo pão espiritual, nós vos suplicamos, ó Deus, que, pela participação nesta Eucaristia, nos ensineis a julgar com sabedoria os valores terrenos e colocar nossas esperanças nos bens eternos” (Oração depois da comunhão).
Neste tempo de Advento será que buscamos misericórdia.

 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O POETA NOS PASSOS DE PAULO



O POETA NOS PASSOS DE PAULO
(Domingos Antônio Gardinal)

 
Seguindo os passos de Paulo
Até Damasco cheguei
Com seus discípulos encontrei
E passando em Éfeso
Lá eu me hospedei. 
 

Encontrando com Barnabé
Timóteo e outros seguidores
Manifestei minha fé
Com os irmãos evangelizadores
Regressei a Nazaré
Vi a casa onde viveu o Senhor dos seguidores.

 Entrando na Cidade Santa
Nos passos de Paulo eu vou
Lá eu vi um povo que canta
E a história dos apóstolos me contou
Me senti leve como uma pena que levanta
Que o vento tão longe levou.

 Paulo que disse para mim
Siga as verdades de Jesus
Ele é o princípio e o fim
Ma não quer ninguém pregado na cruz
E falaou: para ensinar a Boa Nova vim
Sou do mundo a grande luz. 

É bom viver em pensamento
E em simples versos rimar
Lembrando a todo momento
De quem muitos ensinamentos
Pode nos deixar
De um Deus que é sempre amado
Tem Jesus e São Paulo ao lado
Com eles quero sempre ficar. 

Caminhando nas estradas de Deus
Deixando na cocheira meu cavalo
Com a mochila e a Bíblia na mão
Vou indo nos passos de Paulo. 

 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO - ANO C


PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO - ANO C
* Por Gabriel Frade

“A vós, meu Deus, elevo a minha alma. Confio em vós, que eu não seja envergonhado! Não se riam de mim meus inimigos, pois não será desiludido quem em vós espera”. (Antífona de entrada)

Leituras: Jr 33, 14-16; Salmo 24 (25), 1Ts 3, 12-4,2; Lc 21, 25.28.34-36

 A palavra “advento” significa espera. Era usada, por exemplo, para indicar a espera pela chegada de algum alto funcionário, representante de algum rei, em visita a uma cidade.

Nos tempos antigos, considerando as dificuldades dos caminhos por terra e pelo mar, era muito difícil precisar exatamente a chegada de algum visitante ilustre; eis porque a espera muitas vezes se fazia carregada de expectativa: a visita poderia ocorrer a qualquer momento dentro de um prazo razoavelmente fixado. Era preciso estar preparado para a iminência da chegada, a qual poderia ocorrer inesperadamente.

Neste domingo, com o início do tempo do advento, começa um novo ciclo litúrgico, mais precisamente o Ano C, onde a Igreja nos propõe a leitura semi-continuada de um dos evangelhos sinóticos, o evangelho de Lucas.

Com o primeiro domingo do advento, a Palavra de Deus nos coloca diante da realidade última de nossa vida. Nesse sentido é muito eloqüente a Oração do dia proposta pelo missal para a missa deste domingo: “Deus todo-poderoso, concedei a vossos fieis o ardente desejo de possuir o reino celeste, para que, acorrendo com as nossas boas obras ao encontro do Cristo que vem, sejamos reunidos à sua direita na comunidade dos justos”.

A realidade última, ou a promessa de vida mesmo depois da morte não é algo separado desta vida, como a própria oração da missa nos recorda: só entra na vida aquele que motivado pelo “desejo ardente” de estar em comunhão com Deus, começa desde já, ainda nesta vida, a ter uma atitude digna do nosso Deus, que ama sem medida. Assim como Deus nos ama, somos chamados a “amar desde agora o que é do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam” (Oração depois da comunhão), pois deste modo entramos em comunhão com os irmãos e com Deus.

Na primeira leitura da profecia de Jeremias, Deus nos fala de uma promessa. Deus se compromete com seu povo oferecendo-lhe a salvação. Essa salvação brotará misteriosamente do próprio povo; é a menção à estirpe de Davi. Essa ideia do “broto’, nos traz à mente a imagem da árvore. No natal, são muitas as famílias e as comunidades que montam a sua árvore de natal.

Qual o sentido dessa árvore, desse sinal?

Historicamente, a árvore de natal entra nas tantas boas tradições eclesiásticas provavelmente através do ambiente do norte Europeu. Na Europa do norte, o frio intenso de dezembro mata praticamente quase todas as plantas. Sobrevivem normalmente apenas os pinheiros. Para muitos povos, o pinheiro era um símbolo de vida que se sobrepõe à morte. Era o símbolo do desejo humano de viver para além da morte.

Gosto de pensar que colocar a árvore de natal em nossos lares nos põe diante de nossa árvore genealógica, de nossa árvore da vida e de nossa ligação com toda a humanidade.

A Sagrada Escritura nos diz que é dessa árvore de toda humanidade que brotarão os elementos mais belos que normalmente muitas árvores produzem; quem não se lembra de uma famosa cantiga brasileira: “da vara nasceu a flor; da flor nasceu Maria e de Maria, nasceu o Salvador”.

Colocamos muitas vezes no alto de nossas árvores natalinas uma bela estrela. Muitos dizem que é uma alusão à estrela de Belém. Particularmente gosto de pensar que essa estrela – lembrando aqui da profecia de Balão no AT – é o Cristo Senhor. Ele é que é o melhor fruto que nossa humanidade poderia oferecer ao Pai: “Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje, vigilantes esperamos” (Prefácio do Advento I).

De fato, essa esperança de uma salvação que se realizará mediante a intervenção de Deus em nossa humanidade está bem expressa também pelo salmo responsorial: “Vem, Senhor, nos salvar! Vem, sem demora, nos dar a Paz!”.

No Evangelho, a linguagem apocalíptica pode muitas vezes nos induzir à interpretações pouco ligadas à realidade. Não são poucos aqueles que em nossa sociedade tem mais fé num final catastrófico da humanidade do que em sua transformação final. A vinda do Senhor, como o versículo da aclamação ao evangelho nos recorda, está associada à sua grande compaixão. É preciso, porém, estar atentos aos sinais de sua visita: o Senhor pode nos visitar de muitas maneiras; pode nos visitar no pobre da rua; nos visitar no doente que reclama nossa visita; nos visitar no momento de nossa morte e, de modo particular hoje, ele no visita nesta celebração.

Sugestões:

Neste tempo de advento seria muito interessante se pudéssemos aproveitar os elementos que nos ajudam a intensificar nossa espera do Senhor que vem: a oração da Liturgia das Horas em comunidade, a oração pessoal mais intensa, a lectio divina, a novena de natal, a coroa do advento, a piedade mariana, a confecção do presépio e da árvore de natal em nossas casas, praticar mais fortemente a solidariedade com o próximo...