sexta-feira, 23 de novembro de 2012

SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO REI DO UNIVERSO – ANO B


SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO REI DO UNIVERSO – ANO B
* Por Gabriel Frade

 “O Cordeiro que foi imolado é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força e a honra. A ele glória e poder através dos séculos”. (Antífona de entrada)

Leituras: Dan 7,13-14, Salmo 92 (93), Ap 1,5-8, Mc 11,9.10

Em 1925, o papa Pio XI através da Encíclica Quas primas[1] institui pela primeira vez na Igreja a festa de Cristo Rei do universo. Logo no início do documento o Papa chama a atenção sobre a difícil conjuntura daquele momento histórico e apresenta o reconhecimento da realeza de Cristo como melhor remédio à situação de então. O papa se referia aos eventos que iriam desembocar no trágico episódio dos regimes totalitários europeus e, consequentemente, da Segunda Guerra Mundial.
Na reforma litúrgica do Concílio Vaticano II essa Solenidade foi mantida, mas desde então, passou apropriadamente a encerrar o Ano Litúrgico. Isso porque seu conteúdo se coadunava com o teor do último domingo do tempo comum, onde a escatologia, isto é, o discurso sobre as realidades últimas da história, era enfatizado.

De fato, já na antífona de entrada da missa do dia, o mistério celebrado está bem enunciado: Cristo é apresentado como “o Cordeiro que foi imolado, digno de receber o poder e a glória através dos séculos” (cf. Antífona de Entrada).

A Oração do dia também nos coloca diante do senhorio de Cristo, preparando-nos à acolher a sua Palavra libertadora: “Deus eterno e todo-poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, Rei do universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente”. (Oração do dia).

A primeira leitura de Daniel nos mostra a figura enigmática de “alguém semelhante a um filho do homem”, alguém a quem será entregue todo o poder e que terá um reino sem fim. No judaísmo antigo, essa passagem era atribuída à figura do Messias. O Messias seria aquele que conduziria Israel ao seu destino final com Deus e que tudo restauraria com a sua chegada. Sem dúvida, essa visão do profeta foi mais tarde interpretada pelo cristianismo como uma alusão ao Cristo, o Messias esperado há tanto tempo por Israel.

Na segunda leitura o livro do Apocalipse, escrito muito provavelmente para a comunidade cristã em situação de perseguição pelas autoridades romanas, reflete a esperança no “Senhor do Universo”, naquele que com seu sangue “vítima pura e pacífica, realizou a redenção da humanidade” (Prefácio Cristo, Rei do Universo). Embora a comunidade cristã vivenciasse os muitos senhores em meio ao mundo pagão, o único Senhor capaz de dar sentido de fato à sua história, de fazer da comunidade “um reino de sacerdotes para Deus”, capaz de lhe dar a vida é o Senhor Jesus, aquele que é o “alfa e o ômega”, o “compêndio” de toda história humana.

No evangelho, Cristo se apresenta como Rei. Não um rei humano qualquer, limitado pelos anseios do poder temporal e que quer a todos impor sua vontade, mas um Rei que oferece um reinado de “verdade e vida, santidade e graça, justiça, amor e paz” (cf. Prefácio Cristo, Rei do universo). Um Rei que revela todo o seu amor pela humanidade na sua total auto-doação na cruz – “Este é o rei dos judeus!” (Mt 27, 37).

É ele quem pode de fato nos libertar da escravidão e nos conduzir à vida eterna.

Ao terminar estas linhas confrontei-me mais uma vez com a triste história da escalada da violência na cidade de São Paulo. Hoje foi divulgada, por um dos jornais paulistas[2], a morte de uma jovem católica, militante de um grupo antiviolência. Que Cristo Rei da Paz possa consolar os familiares de todos aqueles que sofreram e sofrem violência e que Ele continue inspirando a todos os homens e mulheres de boa vontade na busca por uma vida em abundância, onde a justiça e a paz estejam de braços dados com o amor.



[1] Do latim, “Na primeira...”; são as primeiras palavras da Encíclica e dão nome a todo o documento. Uma versão em espanhol do documento pode ser encontrada no site do Vaticano: http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_11121925_quas-primas_sp.html
[2] Ver http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1189870-militante-antiviolencia-e-morta-com-tres-tiros-em-chacina-em-sao-paulo.shtml

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

PAULINAS EM GUARULHOS


A Paulinas Livraria sempre se mateve fiel a sua missão de anunciar o Evangelho com os meios de comunicação. Carregamos em nós a herança missionária recebida de nosso fundador, Pe. Alberione, de tornar os meios de comunicação e os centros de difusão espaços de evangelização.
Agora, nasce em Guarulhos-SP um novo centro de evangelização. Nós, Irmãs Paulinas queremos oferecer à Igreja deste local, e ao povo, mais um espaço de encontro, de cultura, de formação e evangelização.
É com muita alegria que te convidamos para participar da inauguração desta livraria, que será no dia 27 de novembro de 2012  às 16h; com a presença do bispo de Guarulhos Dom Joaquim Justino Carreira.
 Você é nosso(a) Convidado(a)!

Nosso endereço:
Rua Luiz Gama, 87
Centro
07010.050 – Guarulhos – SP
Fone (11) 4970-2740

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

32º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B - COMENTÁRIO DAS LEITURAS



32º DOMINGO DO TEMPO COMUM  -   ANO B
* Por Gabriel Frade

“O Senhor faz justiça aos que são oprimidos; ele dá alimento aos famintos” (cf. Salmo responsorial)

Leituras: 1 Re 17,10-16; Salmo 145 (146); Hb 9,24-28; Mc 12,38-44

Na primeira leitura proposta para este domingo nos deparamos com o profeta Elias a caminho de uma cidadezinha chamada Sarepta. É importante dizer que este povoado era uma cidade estrangeira onde provavelmente não havia a presença de judeus praticantes, mas sim de fenícios que professavam a religião de Baal.
Vale lembrar que alguns domingos antes, Elias havia sido descrito em franca rota de colisão com os profetas de Baal: no famoso episódio do monte Carmelo, fica patente que apenas o Deus de Israel é o Deus verdadeiro.
Pois bem, é justamente no contexto de uma grande seca que assola toda a região, que Elias vai visitar uma viúva com seu filhinho órfão. A situação é dramática: a viúva ia preparar o resto de farinha para si e para seu filhinho para depois esperar a morte.
Apesar dessa história ter ocorrido há tanto tempo ela é atualíssima: faz lembrar o nosso agreste sertão nordestino, onde milhares de pessoas sofrem hoje as penúrias de uma seca prolongada; faz lembrar também as inúmeras pessoas que passam fome em nossos grandes centros urbanos, sob os viadutos, nas favelas, talvez, quem sabe, ao lado de nossas casas...
Voltando ao texto, chama a atenção que Elias vá visitar justamente esta mulher estrangeira: uma não seguidora do “verdadeiro Deus” Israelita. É precisamente nessa situação que Deus, através de seu profeta, manifestará o seu amor e sua compaixão universais, preferencialmente pelos pobres oprimidos.
Esse episódio, interpretado à luz do Evangelho deveria colocar em xeque nossas atitudes religiosas: será que Deus quer apenas nossa participação ritual na celebração? Quem são os “doutores da Lei” do evangelho, hoje? Porventura não seremos nós mesmos com nossas atitudes “religiosas” separadas da vivência quotidiana? Estaremos nós servindo seriamente a Deus com nossa vida, ou estamos dando apenas o supérfluo para parecermos justos e bondosos diante dos homens?
Deus de poder e misericórdia, afastai de nós todo obstáculo para que, inteiramente disponíveis, nos dediquemos ao vosso serviço (Oração do dia).
Essas perguntas que a liturgia da Palavra nos coloca parecem ser extremamente atuais, principalmente quando vemos tantos comentários nas redes sociais virtuais, feitos por jovens católicos que, apesar da boa intenção, tomam atitudes, para dizer o mínimo, unilaterais: parece que o bem, a compaixão, a ternura existem apenas dentro das fronteiras da Igreja, ou ainda: o bom católico é aquele que – aparentemente – vai à missa e se confessa com freqüência... É verdade. Mas é igualmente verdade que Deus quer que nós superemos apenas o aspecto ritual da celebração e avancemos para “águas mais profundas”: necessariamente nossa celebração deve reverberar em nossa vida, assim como a vida de Cristo e seu sacrifício, nos são apresentados em termos cultuais na segunda leitura da missa tirada da carta aos Hebreus. Do contrário corremos o grande risco de reduzir a liturgia a mero formalismo. É preciso dar ao Senhor as “duas moedinhas” da totalidade de nossa vida na partilha generosa com os irmãos.

ORAÇÃO PELA PAZ NA CIDADE DE SÃO PAULO


Diante do crescente aumento dos índices de violência no Estado de São Paulo, o arcebispo metropolitano, cardeal dom Odilo Pedro Scherer, recomendou que os fiéis rezem pela paz.
O cardeal pediu, ainda, que a oração seja divulgada nos meios de comunicação e nas mídias digitais, e que “as pessoas, famílias, grupos, comunidades e paróquias a rezarem pela paz em nossa cidade”, disse.
A baixo a oração pela paz. Baixe, também o PDF da oração, e da Oração de São Francisco.


5º Mandamento da Lei de Deus: “não matarás!”
“Felizes os mansos; eles possuirão a terra;
felizes os que promovem a paz:
eles  serão chamados filhos de Deus!” (Mt 5,3.9).

Oração pela paz

Ó Deus, Pai de todos nós,
que enviastes ao mundo vosso Filho, o Príncipe da Paz,
para que tivéssemos vida e paz por meio dele,
nesta hora tão difícil para a cidade de São Paulo,
nós vos pedimos com fé e humilde confiança:
enviai sobre todos nós o Espírito Santo
e despertai nos corações sentimentos de respeito por todos.
Que todos os habitantes desta Cidade,
colocando de lado as diferenças,
procurem unânimes edificar o convívio fraterno
na justiça, no respeito e na solidariedade,
a fim de que a nossa Cidade supere a violência
e nela habite a Vossa paz. Amém!

São Miguel Arcanjo, defendei-nos e protegei-nos!
São Paulo Apóstolo, ensinai-nos os caminhos da paz!
Nossa Senhora, Rainha da Paz, rogai por nós!

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5º Mandamento da Lei de Deus: “não matarás!”
“Felizes os mansos; eles possuirão a terra;
felizes os que promovem a paz:
eles  serão chamados filhos de Deus!” (Mt 5,3.9).

Diante da onda de violência, rezemos pela paz em São Paulo

Oração de S. Francisco de Assis

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;
compreender que ser compreendido; amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna. Amém

São Miguel Arcanjo, defendei-nos e protegei-nos!
São Paulo Apóstolo, ensinai-nos os caminhos da paz!
Nossa Senhora, Rainha da Paz, rogai por nós!


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Beata Elisabete da Trindade, religiosa carmelita


Foi beatificada pelo papa João Paulo II, no dia 25 de novembro de 1984, festa de Cristo Rei. Sua festa é celebrada no dia 8 de novembro. Irmã Elisabeth é uma alma que se transformou dia a dia no mistério trinitário. Enamorada por Jesus Cristo, que é “seu livro preferido”, eleva-se à Trindade, até que “Isabel desaparece, perde-se e se deixa invadir pelos Três”. “A Trindade: aquí está nossa morada, nosso lugar, a casa paterna de onde jamais devemos sair… Encontrei meu céu na terra, posto que o céu é Deus e Deus está em minha alma. No dia em que compreendi isto, tudo se iluminou para mim”. “Crer que um ser que se chama Amor habita em nós a todo instante do dia e da noite, e nos pede que vivamos em sociedade com Ele, eis aquí, garanto-vos, o que tem feito de minha vida um céu antecipado”.



Elevação à Santíssima Trindade


Ó meu Deus, Trindade que eu adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente para me fixar em Vós, imóvel a pacifica como se a minha alma estivesse já na eternidade. Que nada possa perturbar a minha paz, nem fazer-me sair de Vós, ó meu Imutável, mas que cada minuto me faça penetrar mais na profundidade do vosso Mistério. Pacificai a minha alma, fazei nela o vosso céu, a vossa morada querida e o lugar do vosso repouso. Que eu nunca Vos deixe só, mas que aí permaneça com todo o meu ser, bem desperta na minha fé, toda em adoração, toda entregue à vossa Ação criadora.
Ó meu Cristo amado, crucificado por amor, quereria ser uma esposa para o vosso Coração, quereria cobrir-Vos de glória, quereria amar-Vos… até morrer de amor ! Mas sinto a minha impotência a peço-Vos para me “revestir de Vós mesmos”, para identificar a minha alma com todos os movimentos da Vossa alma, para me submergir, invadindo-me, a substituindo-Vos a mim, para que a minha vida não seja senão uma irradiação da vossa Vida. Vinde a mim como Adorador, como Reparador, a como Salvador.
Ó Verbo eterno, Palavra do meu Deus, quero passar a minha vida a escutar-Vos, quero tornar-me inteiramente dócil, para tudo aprender de Vós. Depois, através de todas as noites, de todos os vazios, de todas as impotências, quero fixar-Vos sempre a permanecer sob a vossa grande luz; ó meu Astro amado, fascinai-me para que eu não possa jamais sair da vossa irradiação.
Ó Fogo consumador, Espírito de amor, “descei sobre mim”, para que na minha alma se faça como que uma encarnação do Verbo: que eu seja para Ele uma humanidade de acréscimo na qual Ele renove todo o seu Mistério. E Vós, ó Pai, debruçai-vos sobre a vossa pequena criatura, “cobri-a com a vossa sombra”, não vendo nela senão o “Bem-Amado no qual pusestes todas as vossas complacências”.
Ó meus Três, meu Tudo, minha Beatitude, Solidão infinita, Imensidade onde me perco, entrego-me a Vós como uma presa. Sepultai-Vos em mim para que eu me sepulte em Vós, enquanto espero ir contemplar na vossa luz o abismo das vossas grandezas.

Sua mensagem
que corramos no caminho da santidade.
que o Espírito Santo eleve nosso espírito.
que sejamos sempre um louvor à glória da Ssma. Trindade.
que sejamos dóceis às moções do Espírito Santo.

Fonte: http://www.carmelitas.org.br/site/memoria-da-beata-elisabete-da-trindade/

domingo, 4 de novembro de 2012

HINO OFICIAL DO ANO DA FÉ

 
 

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS


SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS – ANO B
* Gabriel Frade

Leituras: Ap 7,2-4.9-14, Salmo 23 (24), 1Jo 3,1-3, Mt 5,1-12

“Alegremo-nos todos no Senhor, celebrando a festa de todos os Santos. Conosco alegram-se os Anjos e glorificam o Filho de Deus”. (Antífona de entrada)

A Solenidade de todos os Santos, como se sabe, ocorre no dia 1 de novembro. No Brasil, por determinação da CNBB – e com a autorização da Santa Sé – a celebração litúrgica ocorre no domingo mais próximo a essa data. Tal atitude se justifica face à necessidade pastoral em permitir aos fieis uma maior participação à celebração eclesial tão importante. De fato, a santidade é o grande dom dado por Jesus à sua Igreja. Nesse sentido, é belíssima a introdução proposta pelo Missal romano para o sentido desta grande festa:

“A Igreja é indefectivelmente santa: Cristo amou-a como sua esposa e deu-se a si mesmo por ela a fim de santificá-la; por isso todos na Igreja são chamados à santidade (cf. LG 39). A Igreja prega o mistério pascal nos santos que sofreram com Cristo e com ele são glorificados; propõe aos fieis seus exemplos que atraem todos ao Pai por meio de Cristo, e implora por seus merecimentos os benefícios de Deus (cf. SC 104). Hoje numa só festa celebram-se, junto com os santos canonizados, todos os justos de toda raça e nação, cujos nomes estão inscritos no livro da vida (cf. Ap 20, 12)”.

 A liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística da Solenidade de hoje nos revelam nossa grande vocação: a plena comunhão com Deus. Nossa condição atual, com todas as suas contingências, encontrará seu sentido pleno apenas na Pátria celeste. Devemos nos lembrar, porém, que o nosso peregrinar neste mundo é importante, pois é no dia a dia que somos chamados a dar prova do amor de Deus para conosco. Hoje é dia de alegria, pois o Senhor nos permite vislumbrar a sua luz. Dá-nos a possibilidade de percebermos o grande mistério de nossa vida à luz do sue grande amor.

“Festejamos, hoje, a cidade do céu, a Jerusalém do alto, nossa mãe, onde nossos irmãos, os santos, vos cercam e cantam eternamente o vosso louvor. Para essa cidade caminhamos, pressurosos, peregrinando na penumbra da fé. Contemplamos, alegres, na vossa luz tantos membros da Igreja, que nos dais como exemplo e intercessão” (Prefácio: A Jerusalém celeste).

 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ORAÇÃO DA PALAVRA


Senhor,
faz calar em nós toda outra voz
que não seja a tua,
para que não encontremos condenação
na tua palavra,
lida, mas não acolhida.
Meditada, mas não amada.
Pregada, mas não guardada.
Contemplada, mas não praticada.
Envia o teu Espírito Santo
para abrir as nossas mentes
e curar os nossos corações.
Só assim o nosso encontro com a tua palavra
será renovação da aliança
e comunhão contigo, ó Pai
e o Filho e o Espírito Santo,
Deus bendito nos séculos dos séculos.
Amém.

Fonte: http://www.monasterodibose.it/index.php?lang=it