quarta-feira, 30 de maio de 2012

Oração para o VII Encontro Mundial das Famílias

Oração para o VII Encontro Mundial das Famílias

Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Pai,
nós Te adoramos, Fonte de toda comunhão
proteja e abençoa as nossas famílias
para que nelas haja comunhão e doação mútua entre os esposos,
entre pais e filhos.
Nos te contemplamos
Artífices de toda perfeição e de toda beleza;
conceda a cada família um trabalho digno e justo,
para podermos ter o necessário sustento
e gozar do privilégio de sermos teus colaboradores
na edificação do mundo.
Nós te glorificamos,
Motivo de júbilo e de festa;
abre também às nossas famílias o caminho da alegria e do repouso
para podermos gozar, desde então, daquela alegria perfeita
que nos doaste em Cristo Ressuscitado.
Assim os nossos dias, laboriosos e fraternos,
são frestas abertas sobre o teu mistério de amor e de luz,
que o Cristo teu Filho nos revelou
e o Espírito vivificador nos antecipou.
E nos viveremos satisfeitos de sermos a tua família,
no caminho para Ti, Deus bendito para sempre.
Amém

Simone e Braulio - Cooperadores Paulinos participando do VII Encontro Mundial das Famílias


sexta-feira, 25 de maio de 2012

DOMINGO DE PENTECOSTES - Ano B


DOMINGO DE PENTECOSTES - Ano B



Leituras da Vigília: 1ª) Gn 11, 1-9; Sl 32; 2ª) Ex 19, 3-8.16-20; Ct. de Dn 3, 52-56; 3ª) Ez 37, 1-14; Sl 106; 4ª) Jl 3, 1-5; Sl 103; 5ª) Rm 8, 22-27; Ev. Jo 7, 37-39.
Missa do dia: At 2, 1-11; Sl 103 (104); 1 Cor 12, 3b-7.12-13 ou Gl 5, 16-25; Jo 20, 19-23 ou Jo 15, 26-27; 16,12-15.

“O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia!”
Com a celebração do Domingo de Pentecostes, encerram-se os cinquenta dias (em grego: Pentecostes) do tempo pascal. A primeira leitura nos mostra que a efusão do Espírito Santo, fruto do Mistério Pascal de Jesus, coincide com a festa judaica das semanas, e tinha esse nome pelo simbolismo numérico de plenitude (7semanas x7 dias= 49 dias; na antiguidade celebrava-se um dia depois; sendo considerado este dia o mais solene, 49+1= 50 dias!).
Em origem tratava-se de uma festa agrícola, de agradecimento a Deus pela colheita do trigo e da cevada. Por volta do I século esta festa adquire o sentido de celebração da aliança entre Deus e seu povo. Era uma festa muito sentida em Israel. Nessas ocasiões vinham judeus de várias localidades distantes de Jerusalém, em peregrinação. Muitas vezes chegavam pela época da Páscoa, e aí ficavam para celebrar, cinquenta dias depois, a festa das semanas. “Residiam em Jerusalém judeus piedosos procedentes de todas aas nações que há debaixo do céu” (Primeira leitura).
Receber o Espírito Santo nesse dia de festa judaica dá um sentido novo à própria história precedente: se antes Deus havia firmado uma aliança com seu povo eleito, agora a nova aliança se dá com o novo Israel, isto é, a Igreja. A salvação agora é concedida por meio de Cristo a toda a humanidade, a toda raça, língua, povo e nação (cf. Ap 5, 9).
O sentido mais profundo das imagens que esta leitura contém nos remete à Igreja, formada pelo primeiro núcleo apostólico, mas também pela Igreja formada por nós reunidos em assembleia.
A Igreja recebe o Espírito Santo, proveniente das entranhas do próprio Ressuscitado (cf. Evangelho), e se põe a falar em línguas: mais do que o milagre em si, a imagem do “falar em línguas”, nos coloca diante do mistério da comunicação.
Falar uma língua é externar o mais íntimo de nosso ser; aprender a falar uma língua estrangeira ou mesmo uma dicção, ou jeito de pronúncia, diferente daquela de nosso Estado de origem, é abrir-se ao outro, é superar o próprio ego, o próprio horizonte e descobrir o mistério da comunhão na diversidade: “realizai agora no coração dos fieis as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho” (Oração do Dia).
Também a imagem do corpo usada por Paulo na segunda leitura, ilustra bem essa dimensão da união na diversidade, do serviço em função do amor para com o outro: os membros são diversos, mas todos são animados pelo espírito presente no corpo.
As imagens do fogo e do vento são o cenário muitas vezes das teofanias divinas, isto é, da revelação de Deus ao seu povo. Também aqui, a presença desses elementos ligados à presença do Espírito de Deus (“No calor sois brisa/ Chama que crepita...” cf. Sequência de Pentecostes), nos põem diante do cenário da aliança: Deus quer por meio de seu Espírito, nos levar à verdade, à comunhão plena consigo: “Concedei-nos, ó Deus, que o Espírito Santo nos faça compreender melhor o mistério deste sacrifício e nos manifeste toda a verdade segundo a promessa do vosso Filho” (Oração sobre as oferendas). Afinal, “desde o nascimento da Igreja, é ele [O Espírito Santo] quem dá a todos os povos, o conhecimento do verdadeiro Deus; e une, numa só fé, a diversidade das raças e línguas” (Prefácio: o mistério de Pentecostes).


*Gabriel Frade é leigo, casado e pai de três filhos. Graduado em Filosofia e Teologia pela Universidade Gregoriana (Roma), possui Mestrado em Liturgia pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora D’Assunção (São Paulo). Atualmente é professor de Liturgia e Sacramentos no Mosteiro de São Bento (São Paulo) e na UNISAL – Campus Pio XI. É tradutor e autor de livros e artigos na área litúrgica. Participa todas as sextas-feiras do Programa Nos Passos de Paulo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

DOMINGO DA ASCENSÃO DO SENHOR – ANO B


Domingo da Ascensão do Senhor – Ano B


Leituras: At 1, 1-11; Sl 46 (47); Ef 1, 17-23; Mc 16, 15-20.
* Por Gabriel Frade

Este Jesus há de voltar, do mesmo modo que o vistes subir, aleluia!

“Aparecendo-lhes durante quarenta dias”; com esta afirmação S. Lucas nos dá conta do fato ocorrido com os discípulos da primeira hora: por quarenta dias Jesus, o Ressuscitado, aparece ao núcleo primitivo da Igreja. Vemos um Jesus que conforta sua comunidade e que confirma seus discípulos na fé. De certo modo, essa afirmação continua válida também para nós, seus discípulos da “última” hora: durante estes quarenta dias do tempo Pascal Jesus igualmente se apresentou a nós através de sua Palavra e da Eucaristia confortando-nos e colocando-nos diante Dele, o Ressuscitado. Sua subida ao Céu marca a concretização ulterior da promessa de Deus feita aos antigos pais; é a vitória da vida imorredoura por sobre a morte: “a Ascensão de vosso Filho já é nossa vitória. Fazei-nos exultar de alegria e fervorosa ação de graças, pois, membros de seu corpo, somos chamados na esperança a participar de sua glória” (Oração do dia).
Em Cristo somos elevados ao Céu: ele que é a cabeça do corpo, já está na glória, a mesma glória à qual estamos destinados: “Concedei, por esta comunhão de dons entre o céu e a terra, que nos elevemos com ele até a pátria celeste” (Oração sobre as oferendas).
A imagem de Jesus que sobe ao céu não é para dizer que Deus tornou-se distante, nos abandonou, mas para dizer justamente o contrário: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos!”;
Nele temos nossa carne glorificada; nele nos irmanamos e reconhecemos que temos apenas um como Pai onde repousa a nossa humanidade (cf. Oração depois da comunhão). Nesta celebração, de modo particular, temos motivo de sobra para realizar o que cantamos no salmo: “Povos todos batei palmas!”; pois nele “nos tornamos participantes da sua divindade” (cf. Prefácio da Ascensão II).


*Gabriel Frade é leigo, casado e pai de três filhos. Graduado em Filosofia e Teologia pela Universidade Gregoriana (Roma), possui Mestrado em Liturgia pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora D’Assunção (São Paulo). Atualmente é professor de Liturgia e Sacramentos no Mosteiro de São Bento (São Paulo) e na UNISAL – Campus Pio XI. É tradutor e autor de livros e artigos na área litúrgica. Participa todas as sextas-feiras do Programa Nos Passos de Paulo.

ASCENSÃO DO SENHOR JESUS!

"Ascensão! É festa do Senhor que foi,
que foi antecipar o céu,
pra quem deseja ir com ele.
Ascensão! Existe um Pai que nos espera.
O céu é muito mais que uma quimera.
Sei que Deus quer me levar pra lá."
(Pe. Zezinho - CD Manhãs iluminadas)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A COMUNICAÇÃO NOS PASSOS DE JOÃO PAULO II



Nesta obra Ir. Joana Puntel, fsp recolhe, com maestria e competência, as principais linhas de reflexão do pensamento de João Paulo II, evidenciando como a comunicação esteve no coração deste Papa que, por 27 anos (de 1979 a 2005), semeou sua visão progressista sobre a comunicação e a manifestou em várias ocasiões, especialmente, em suas mensagens para o Dia Mundial das Comunicações, e também na última Carta Apostólica, que escreveu, poucos meses antes de sua morte, sobre "O Rápido desenvolvimento no campo das tecnologias". Um dos grandes méritos de suas mensagens foi acompanhar o desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação através dos tempos, tendo sempre como centralidade a pessoa humana. Poderíamos dizer que tudo girava em torno do ser humano. Por isso, a riqueza e a variedade de temas abordados, a preocupação com a ética, com as mais diversas categorias de pessoas (mulher, jovens, idosos, por exemplo). Além de abrir-se e acompanhar as novas invenções no mundo da comunicação, João Paulo II percebe também sua influência, seu potencial para criar laços de solidariedade, de fraternidade, de união e de paz. A internet havia chegado. João Paulo II a vê como instrumento necessário para a evangelização moderna. Homem de mente aberta não esconde a sua preocupação pelo futuro. Contudo, compreende que estamos em uma nova época. Por isso, estimula e encoraja a usar as novas tecnologias na evangelização e na construção de uma sociedade humana mais justa e solidária. 


Para adquirir este livro, vá até uma das livrarias Paulinas ou ligue para 0800 70 100 81 ou ainda através do site: www.paulinas.org.br

segunda-feira, 14 de maio de 2012

46º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 46º DIA MUNDIAL
DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
«Silêncio e palavra: caminho de evangelização»


Domingo, 20 de Maio de 2012

Amados irmãos e irmãs,


Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica actual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes...
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Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2012.

BENEDICTUS PP. XVI



Sugestões de leitura sobre Igreja e Comunicação:
COMUNICAÇÃO - Diálogo dos saberes na cultura midiática - Autora: Ir. Joana Puntel

PASTORAL DA COMUNICAÇÃO - Autoras: Ir. Helena Corazza e Joana Puntel

DVD - Paróquia em Comunicação

sexta-feira, 11 de maio de 2012

VI DOMINGO DA PÁSCOA - COMENTÁRIO DAS LEITURAS

Cavallino Bernardo - S.Pietro e Cornelio 1640

VI DOMINGO DA PÁSCOA
* Por Gabriel Frade



O Senhor libertou o seu povo, aleluia!


Leituras: At 10, 25-26.34-35.44-48; Sl 97 (98); 1 Jo 4, 7-10; Jo 15, 9-17.

Neste sexto Domingo de Páscoa, a liturgia nos faz imergir no grande amor de Deus para com a humanidade; amor contagiante e que nos convida a uma profunda alegria: “Deus todo-poderoso, dai-nos celebrar com fervor estes dias de júbilo em honra do Cristo ressuscitado, para que nossa vida corresponda sempre aos mistérios que recordamos” (Oração do dia).
Concretamente, o motivo dessa alegria se verifica já na liturgia da Palavra: A primeira leitura traz o episódio da aceitação dos pagãos por parte da Igreja. O amor de Deus extravasa para além dos confins do povo eleito. Afinal, “Deus deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade!” (1 Tm 2, 4) e por isso mesmo, o chamamento de Cornélio, um pagão romano, sublinha que agora no Cristo Senhor, caminho, verdade e vida (Jo 14, 6), todo homem e toda mulher tem acesso ao amor de Deus.
É de se destacar que o papel de Pedro, ou mesmo de Cornélio, não é de protagonista: quem toma toda a iniciativa é o próprio Deus. É Deus mesmo quem escolhe; Deus tem a primazia. É importante recordar isso, pois muitas vezes corremos o risco de viver certo ativismo exagerado em nossas comunidades; ativismo que por vezes nos faz crer em nosso próprio protagonismo: Para algumas pessoas, parece que se as coisas não são feitas conforme sua vontade própria, tudo é errado e Deus não se faz presente.
Nesse sentido, ao lermos alguns versículos antes daqueles propostos nesta primeira leitura apresentada pela liturgia, é curioso notar como Deus sugira a Pedro cometer algo que ele, enquanto judeu convicto de suas tradições, interpreta como uma infração grave à Lei (cf. At 10, 10ss). É interessante como nos apegamos a esquemas mentais e não consigamos, às vezes, reconhecer a vontade de Deus para além de certas estruturas. Aparentemente Pedro quer “ensinar” a Deus como funciona a Sagrada Escritura...
Não obstante isso, o próprio Deus superando as meras categorias humanas vai além das convenções: quer deixar bem claro que o que importa é o amor. Porque é justamente nisto que consiste o núcleo mais íntimo do cristianismo: “Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (segunda leitura).
Jesus, no Evangelho de João, nos dá o parâmetro justo do amor verdadeiro: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. É o exemplo de Jesus, que nos fornece a medida pela qual amar; o amor que Jesus nutriu pela humanidade, até a entrega de sua própria vida, nos põe diante do fato que ao amarmos assim, ao entrarmos no sofrimento – principalmente quando este é muitas vezes inevitável – temos a esperança de entrar também na glória junto com o Ressuscitado.
O Evangelho também nos deixa patente que, mais uma vez, é o protagonismo de Deus que nos liberta de todas nossas neuroses e sofrimentos; que dá sentido à nossa vida e nos coloca diante da justa medida. E a medida que Deus usa é a da graça e da misericórdia infinitas.
É comum em certos ambientes juvenis encontrarmos expressões como: “eu preferi escolher Deus”, como se apenas o esforço humano valesse mais que a graça de Deus. Comportar-se desse modo é reduzir o cristianismo a mero moralismo. Jesus no Evangelho nos coloca diante de uma perspectiva outra; nos coloca diante da gratuidade divina, afinal, “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi”


*Gabriel Frade é leigo, casado e pai de três filhos. Graduado em Filosofia e Teologia pela Universidade Gregoriana (Roma), possui Mestrado em Liturgia pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora D’Assunção (São Paulo). Atualmente é professor de Liturgia e Sacramentos no Mosteiro de São Bento (São Paulo) e na UNISAL – Campus Pio XI. É tradutor e autor de livros e artigos na área litúrgica. Participa todas as sextas-feiras do Programa Nos Passos de Paulo.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O APÓSTOLO PAULO EM MINHA VIDA

O APÓSTOLO PAULO EM MINHA VIDA!


Todo dia 25 de cada mês, em nosso programa Nos passos de Paulo, vamos partilhar as experiências que os ouvintes tem com São Paulo apóstolo.
Para isso escreva para nós e conte a sua experiência. Quem é São Paulo para você? De que maneira os seus escritos lhe ajudam a viver a fé? 
Você pode partilhar a sua experiência por carta, via e-mail, aqui no blog, ou no Facebook do programa.

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