quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O Apóstolo Paulo nos fala hoje...

“Por certo, foi crucificado em fraqueza, mas está vivo pelo poder de Deus. Também nós somos fracos nele, todavia com ele viveremos pelo poder de Deus em relação a vós.” (2Cor 13,4)
Na ótica de Paulo, a cruz não é abstrata, mas conseqüência do comprometimento da vida de Jesus com o Reino de Deus.
Para o apóstolo Paulo, Jesus crucificado é o unificador, o centro de unidade da comunidade, o cristão é chamado a comprometer-se com o outro. Por isso, a cruz não é apenas sinal ou símbolo de sorte, enfeite ou argumento de poder. Ela é essencialmente o instrumento da morte de Jesus, o lugar da máxima fragilidade e impotência humana, mas também o campo da manifestação amorosa do Pai.
Na vida de Jesus a cruz é conseqüência de suas opções. Também para o cristão ela deve tomar o mesmo sentido e jamais ser assumida como princípio, pois isso é tirar dela a força profética que grita contra as injustiças e mantém despertos os pobres que têm na esperança o impulso para insistir teimosamente em buscar mais vida.

Ir. Esther Thomasi, fsp

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