segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Paulo entre os Nabateus: o primeiro anúncio aos pagãos...

(Paulo, depois de sua fulga de Damasco vai para o Reino dos Nabateus - Ir. teresa Groselj)

Nós não conhecemos suficientemente o Apóstolo Paulo. Quando escutamos na liturgia os trechos de suas cartas, temos idéia de que ele era uma pessoa privilegiada, que estava acima das lutas e contratempos que nós todos encontramos na vida e na prática da fé.
Paulo revela na carta aos Gálatas (1,18), que no começo de sua vida missionária, foi perseguido em Damasco pelos soldados do rei Aretas. Os nabateus tinham um rei chamado Aretas, descendente de outros reis que, desde o tempo do Antigo Testamento, guerreavam contra os reis de Israel. Havia muita rivalidade entre judeus e nabateus.
Mas a gente pode perguntar: com tantos judeus que moravam na Síria e em toda a região ao redor do deserto da Arábia, por que o rei Aretas mandaria soldados a Damasco para perseguir justamente Paulo?
É aqui que se apóia a hipótese do anúncio de Cristo aos pagãos: se Paulo passou um tempo no deserto da Arábia, é lógico que não pode ter ficado dia e noite sentado sozinho no meio da areia e das rochas, como se vê em alguns filmes. Deve ter se instalado na povoação dos nabateus e vivido por um tempo no meio deles. E logo quis anunciar o Evangelho e falar de Jesus Cristo...
O rei Aretas pode ter temido que Paulo fosse uma espécie de espião judeu infiltrado no meio dos nabateus e o manteve sob observação por um bom tempo. Quando viu que ele estava reunindo pessoas em torno de si, deu o alarme não só para o prenderem, como para o matarem.
Vemos mais uma vez Paulo na posição de Mestre, reunindo discípulos e organizando uma comunidade. Isso lembra o que dissemos no começo. Foi no sofrimento, no medo da morte, na perseguição, na humilhação de viver fugindo de lá para cá, tido por uns como traidor, por outros como espião perigoso, que ele foi aprendendo a ser um missionário anônimo e deixando para trás a pretensão de ser mestre e doutor.

Ir. Maria Inês Carniato, fsp

II - O Discernimento em Paulo...

Hoje as pessoas constroem ídolos. Como exemplos de ídolos temos o dinheiro, o poder, a violência, as estrelas do espetáculo, a pessoa amada e muitas outras coisas que acabam escravizando, mandando na vida da pessoa porque são coisas que imobilizam as pessoas e fazem com que elas não sejam atuantes nos valores cristãos. A idolatria é destruidora da pessoa, da sua natureza e da sua história. A idolatria é uma falsa esperança, é uma indiferença sobre a forma de se relacionar e de construir os valores do Reino.
Paulo mostrou em sua carta aos Gálatas que a idolatria tem a sua forma de agir tirando a liberdade da pessoa. Paulo lembrou que o seu compromisso com Cristo se traduzia no seu compromisso com os outros. Ele não fazia diferença entre a teoria e a prática. Por isso Evangelizar é fazer presente os valores do Evangelho. É sempre necessário existir a prática apoiada pela teoria, como lembrou Paulo. Este é o combate e a superação dos ídolos que tanto aparecem no nosso dia a dia.
Paulo escreveu na 1a. Epístola aos Tessalonicenses: “Discerni tudo e ficai com o que é bom”. As pessoas devem influenciar as mudanças das estruturas de morte no mundo para as estruturas de vida, de inserção e de amor fraterno.
Rodrigo Drubi
Teólogo

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O Discernimento em Paulo...

Discernir é compreender uma situação e decidir sobre qual caminho tomar. Passamos então pelas perguntas sobre O QUE fazer e COMO fazer? Paulo nos ajudou a solucionar estas questões mostrando que o discernimento se caracteriza por OLHAR A REALIDADE, PENSAR SOBRE ESTA REALIDADE E INTERAGIR COM E NESSA REALIDADE. Por isso o cristão deve tomar sempre as suas decisões a partir dos ensinamentos de Jesus Cristo. É assim que acontece o discernimento.
Na comunidade de Corinto se discutia muito sobre o que era permitido fazer e o que era proibido fazer. Hoje também acabamos falando de tudo o que NÃO se pode fazer e Paulo responde 'TUDO É PERMITIDO, MAS NEM TUDO CONVÉM'. Paulo então não se preocupa com o que NÃO É permitido fazer e SIM realizar um julgamento com os valores cristãos.
Estes valores acontecem pelo amor. Um Amor que age e transforma o mundo! O amor apresentado por Paulo e por Jesus Cristo é um amor que participa, que está presente no mundo e modifica este mundo de maneira a construir valores de um Reino, o Reino de Deus que, como nos lembrou o apóstolo Paulo, 'o reino de Deus não consiste em palavras, porém em ações'. O discernimento deve levar a ações. É com estas ações que acontece a dinâmica do amor. Um amor em movimento.
Rodrigo Drubi
Teólogo

Conhecendo o Apóstolo Paulo...

PAULO DE TODOS OS POVOS

Filme de longa-metragem que traz a fascinante história de Paulo de Tarso, hebreu, cidadão romano, fariseu formado na escola rabínica de Gamaliel, perseguidor dos cristãos, convertido por Cristo, na estrada de Damasco. Paulo, uma vez chamado para a nova missão, dedicou toda a sua vida levando a obra da evangelização às cidades mais importantes de sua época: Jerusalém, Antioquia, Corinto, Atenas, Roma, centros estratégicos para sua pregação e para a sua expansão mais rápida e eficaz do cristianismo.

Este filme, fundamentado nos Atos dos Apóstolos, quer mostrar a ação transformadora de Deus em Paulo, homem que ele destinou para levar a Boa-Nova a todos os povos. Este DVD mostra, também, a vida das primeiras comunidades cristãs, fundadas e organizadas por Paulo.

Você pode adquirir este Dvd pelo site: http://www.paulinas.com.br/loja

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Festa de Nossa Senhora do Rosário...

Oração:

"Deus nosso Pai, dá-nos a Tua graça para que, à semelhança de Maria de Nazaré, cada um de nós procure escutar a Palavra de Deus e anunciá-la aos outros com paixão e alegria."

Bento XVI.

Conhecendo o Apóstolo Paulo...

Jesus e Paulo

Vidas Paralelas

A obra consiste numa aproximação crítica dos elementos biográficos de que dispomos no NT para conhecimento da vida de Jesus e de Paulo que tendo mais ou menos da mesma idade, foram também crianças refugiadas que tiveram que se adaptar muito cedo a um novo ambiente. Comprometidos inicialmente com a Lei, como profetas e fariseus, ambos passaram por uma crise de rejeição L e foram executados pelos romanos. O fato de que, como Paulo, todo ser humano precisa se integrar na tradição, reformulá-la e - como tal, ser rejeitado pela sociedade a ponto de ser condenado à morte - permite avaliar melhor a densidade da vida humana de Jesus.

Fonte: http://www.paulinas.org.br/loja/

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mês Missionário...

Neste mês, tão especial para toda Igreja, vamos dar aqui algumas sugestões de livros, cd's e Dvd's que poderão auxiliar você na missão que você realiza na sua Paróquia ou comunidade. A nossa Dica de Hoje é:
MISSÕES POPULARES

Este livro é fruto das Missões Populares realizadas na periferia do Rio de Janeiro (Vicariato Oeste). Testemunha uma bem-sucedida iniciativa pastoral e, sobretudo, o ardor missionário de milhares de missionários leigos que fizeram essas missões imitando São Paulo: "ai de mim se não evangelizar!" (1Cor 9,16).

O autor apresenta as motivações e os objetivos das Missões Populares (1º cap.); seu jeito (metodologia) de fazer (2° cap.); um breve histórico de cinco Missões Populares realizadas desde 1990 (3° cap.); e descreve uma delas: a "Missão popular da Cruz", com seu querigma, suas propostas metodológicas e alguns subsídios (4° cap.).

O livro foi escrito pensando nos Párocos e em todas as forças vivas da Igreja no Brasil, recordando o Documento de Aparecida: "É o próprio Papa Bento XVI que nos convida para uma missão evangelizadora que convoque todas as forças vivas deste imenso rebanho! (n. 550)"

Fonte: http://www.paulinas.org.br/loja/

Conhecendo o Apóstolo Paulo...

Entrevista com Paulo Apóstolo
Uma porta de entrada para sua vida e missão
O livro é do conhecido e renomado biblista Carlos Mesters e tem por objetivo abrir uma porta de entrada para a vida do apóstolo Paulo e, assim, oferecer uma chave de leitura para as cartas que ele escreveu. É uma porta em forma de entrevista que procura fornecer a ficha completa do Apóstolo. São 41 perguntas dirigidas a Paulo e respondidas a partir do conteúdo das cartas do próprio Paulo, dos Atos dos Apóstolos e das informações dos primeiros séculos.
As perguntas são dirigidas na segunda pessoa do singular ao próprio Paulo, como, por exemplo, "Qual é o seu nome?" ,"Onde você nasceu?", etc. Mas as respostas são dadas na terceira pessoa e não na primeira pessoa ("Eu, Paulo" ), como se espera de uma entrevista. Respondendo na primeira pessoa, fica mais difícil relativizar algumas conclusões ainda incertas da pesquisa histórica em torno da vida de Paulo, pois há vários pontos obscuros que não passam de hipóteses.

Por exemplo, existe uma discussão entre os exegetas sobre a autenticidade de algumas cartas que a Bíblia atribui ao apóstolo Paulo. Elas não seriam de Paulo, mas de um discípulo de Paulo. Para a finalidade desta breve entrevista, achamos não ser necessário discutir estas e outras questões difíceis. Tomamos as cartas da maneira como aparecem na Bíblia. A dúvida se uma determinada carta é ou não é de Paulo não diminui em nada o seu valor como palavra inspirada de Deus.

Este livro dirige-se a todas as pessoas que desejam conhecer a vida e a missão do apóstolo Paulo, particularmente aos agentes de pastoral.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Paulo e Francisco...

A Vida de São Francisco, assim como a de São Paulo, encanta pela radicalidalidade no amor a Deus e as Pessoas. O texto que segue é um paralelo entre o Hino ao amor, de São Paulo, 1Cor 13, e o texto de Francisco sobre a perfeita alegria. Boa Leitura!
PAULO E FRANCISCO

PAULO
Meus queridos irmãos, ainda que eu falasse a língua dos homens e a dos anjos, se eu não tivesse amor, eu seria como um sino ruidoso ou como um símbalo estridente.

FRANCISCO
Ainda se eu soubesse muitas línguas e ciências, conhecesse o curso dos astros e das estrelas e a força de cura de todas as ervas, nisto não está a perfeita alegria.

PAULO
Ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse toda a ciência que há, se tivesse fé a ponto de mover uma montanha, se eu não tivesse o amor, de nada adiantaria.

FRANCISCO
Se eu soubesse profetizar e realizar prodígios, se eu soubesse pregar tão bem que convertesse todos os fiéis a professar a fé cristã, se todos os reis e sábios da terra se tornassem frades menores, nisso jamais está a perfeita alegria.

PAULO
Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos pobres e famintos, deixasse meu corpo arder em chamas, se eu não tivesse amor, de nada adiantaria.

FRANCISCO
Ainda que eu desse grande exemplo de santidade, curasse paralíticos, desse a vista aos cegos, ressuscitasse mortos e expulsasse demônios, nisto não está a perfeita alegria.

PAULO
Mas o amor não, o amor é paciente, o amor é prestativo, o amor não é invejoso, o amor não se ostenta e nem se incha de orgulho.

FRANCISCO
Mas se um dia eu chegar molhado, tremendo de frio, aflito de fome, batesse á porta do convento, o porteiro não me reconhecesse, me chamasse de vagabundo e me deixasse ao relento na chuva, então estaria aí a perfeita alegria?

PAULO
O amor nada faz de inconveniente, não se irrita e não guarda rancor.

FRANCISCO
E eu, ainda que constrangido pela fome batesse mais uma vez, o porteiro saísse, me agarrasse pelo capuz, me atirasse pelo chão, me arrastasse pela neve, me batesse sem piedade, está aí a perfeita alegria?

PAULO
O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade.

FRANCISCO
Porém, se eu suportar tudo isso com paciência, alegria e bom coração, aí está a perfeita alegria!

PAULO
O amor tudo desculpa, tudo espera, tudo crê e tudo suporta.

FRANCISCO
Se eu suportar tudo isso sem me perturbar, sem murmurar, pensando no sofrimento de Cristo, verdadeiramente encontrei a perfeita alegria.

PAULO
As profecias passarão, as línguas cessarão, a ciência também desaparecerá, mas apenas três coisas permanecem: a fé,a esperança e o amor. E o amor é o maior delas.

FRANCISCO
Paulo, o que tu defines como amor, eu chamo de perfeita alegria.

PAULO
Há vários carismas Francisco

FRANCISCO
e uma mesma missão
PAULO E FRANCISCO
Levar Jesus Cristo a todas as pessoas.


Vocacional Irmãs Paulinas - CanoasRS

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Seguidores dos Passos de Paulo...

No programa Nos Passos de Paulo de hoje, conversamos com o Frei Alvaci Mendes da Luz, ofm que nos falou quem é São Francisco e qual a herança que ele nos deixou, com o seu testemunho de viver e comunicar Jesus Cristo.
Mas, a final, quem é Francisco de Assis?
Filho de Pedro e Dona Pica Bernardone, Francisco nasceu entre 1181 e 1182 , na cidade de Assis, Itália. Seu pai era um rico e próspero comerciante, que seguidamente viajava para a França, de onde trazia a maior parte de suas mercadorias.Foi de lá também que ele trouxe sua linda e bondosa esposa, Dona Pica. Foi batizado em Santa Maria Maior (antiga catedral de São Rufino) com o nome de João (Giovanni). Mas quando Pietro Bernardone voltou de uma viagem à França, mudou de idéia e resolveu trocar o nome do filho para Francisco, prestando uma homenagem àquela terra.
Qual a Vocação dos seguidores de Francisco?
A longa tradição franciscana e os documentos mais recentes e antigos da Ordem não hesitam em afirmar que a vocação Franciscana é a de seguir integralmente a Cristo. A forma de vida é "observar o santo o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo em obediência, sem propriedade e em castidade" (RB I,1). A vocação franciscana, por isso, não tem outro programa de vida, mas se firma e afirma como seguimento a Cristo pobre e despojado, divino e humanizado, o Jesus, Salvador de todas as criaturas. Assim, a definição fontal de uma vida franciscana se resume nas palavras de São Paulo: "Para mim, viver é Cristo" (Fl 1,21); ou "já não sou eu quem vive, mas é Cristo quem vive em mim" (Gl 2,20).
AS TRÊS ORDENS FUNDADAS POR FRANCISCO:

Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores - ofm
A Ordem Franciscana foi criada como uma Ordem de Irmãos, que assumiam a missão de viver e pregar o Evangelho. Não era uma Ordem Clerical (Ordem composta por sacerdotes), como outras que já existiam. O próprio Francisco não quis ser sacerdote e os primeiros frades também não tinham esse objetivo.
Segunda Ordem - Ordem de Santa Clara, osc
Francisco, além de fundar a 1ª Ordem Franciscana (masculina), foi também o fundador da 2ª Ordem Franciscana, conhecida também por Ordem de Santa Clara, abrindo assim a vivência do ideal franciscano para o ramo feminino. A primeira religiosa franciscana foi a jovem Clara Offreduccio, mais tarde chamada de Santa Clara de Assis, jovem de família nobre e admiradora de Francisco desde que o conhecera como "Rei da Juventude" pelas ruas e festas de Assis. Passou a admirá-lo mais ainda, quando se tornou um inflamado pregador da alegria e da paz, da pobreza e do amor de Deus, não só através de palavras, mas com o exemplo de sua própria vida.
Terceira Ordem - Ordem Franciscana Secular
Os franciscanos seculares constituem uma verdadeira Ordem na Igreja. Não formam um mero movimento ou associação qualquer. A OFS é uma ordem reconhecida como tal pela Igreja, que lhe apresenta uma forma de vida chamada Regra.
Como tal, ela é acolhida, aceita e abençoada pela Igreja em todas as partes do mundo. Ela faz parte da grande Família Franciscana e contribui para a plenitude de seu carisma.
A Ordem Franciscana Secular é constituída por Fraternidades abertas a todos os cristãos seculares.

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mês Missionário...

"Missão e Partilha"
A Campanha Missionária, promovida e coordenada pelas Pontifícias Obras Missionárias, propõe para este ano de 2010 o tema: "Missão e Partilha", e como lema: “Ouvi o Clamor do Meu Povo” (cf. Ex 3,7b).
O tema Missão e Partilha remete à Campanha da Fraternidade deste ano, ao qual todo ano buscamos resgatar, com enfoque e dimensão missionária. O lema recorda o Êxodo do povo de Israel, e os muitos "êxodos" dos povos atuais. Também nos remete ao tema da migração, mobilidade humana, do ser peregrinos, lembrando-nos permanentemente que o horizonte da Missão é o mundo, a humanidade no seu todo.
A água remete ao valor e a dignidade da vida como elemento vital
para o planeta, onde vive e está inserida a humanidade. Aqui, especificamente, remete-nos à realidade amazônica, com sua rica biodiversidade. Lembramos que a última semana do outubro, dedicada à Amazônia, vem inserida no contesto do Mês das Missões.
O barco faz alusão à figura bíblica da Igreja Peregrina que "navega" pelos mares da história da humanidade. Nela se destaca a figura de Jesus Cristo. É Ele quem dá segurança: "Não tenham medo... Avancem para águas mais profundas!" (cf. Mt 4,18). Ao mesmo tempo aponta para o horizonte amplo e universal da Missão, que é o mundo, a humanidade. A Missão não tem fronteiras!
Destaca-se ainda a figura dos índios, etnias vivas e presentes na realidade amazônica, do Brasil e de outros países. Povos que nos acolheram, abrindo-se à Boa-Nova do Evangelho, e que precisam ser respeitados e valorizados, como portadores de valores evangélicos já presentes, quais "sementes do Verbo Encarnado" que estabeleceu morada definitiva junto à humanidade e que, portanto, chegou lá muito antes que o missionário. Contudo, este poderá, sim, ajudar no processo de explicitação da Verdade e Pessoa de Jesus Cristo, como nosso Senhor e Salvador, já atuante e presente na história salvífica da humanidade. Padre Daniel Lagni, diretor Nacional das POM do Brasil.